Filho de Carlos Alberto de Nóbrega, Marcelo de Nóbrega fala sobre a demissão de Moacyr Franco
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Carlos Alberto ao lado do filho, Marcelo de Nóbrega. (Foto: Divulgação)
Carlos Alberto de Nóbrega ao lado do filho, Marcelo de Nóbrega. (Foto: Divulgação)
A saída do ator e cantor Moacyr Franco do SBT, e do elenco do humorístico A Praça é Nossa, esconde muito mais coisas do que o público imaginava. Em entrevista para o programa TV Fama, o diretor e filho de Carlos Alberto de Nóbrega, Marcelo de Nóbrega falou sobre a demissão de Moacyr.
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“Moacyr estava cansado, 81 anos de idade. Ele teve um problema na cabeça, não conseguia decorar direito o texto, não conseguia escrever direito, então estava na hora dele se aposentar e ele mesmo dizia isso”, falou Marcelo, que é diretor do programa de humor no SBT.
O rapaz foi além e também disse que a audiência do quadro de Moacyr não era tão boa como antes. “Quando o Moacyr entrava caía, realmente, um pouquinho”, afirmou. O apresentador Carlos Alberto de Nóbrega justificou: “Talvez ele como diretor veja de um lado [o Ibope]. Eu vejo no geral”.
CARLOS ALBERTO DE NÓBREGA TEM MEDO DO FIM DA PRAÇA É NOSSA:
Ainda sobre a dispensa de Moacyr, Carlos comentou: “[A demissão] não afeta o programa, e sim a emissora, porque se meu programa dá 1 milhão de lucro, há três que dão 1 milhão de prejuízo. Mas não pode tirar os programas do ar. Tem que haver uma compensação. Silvio Santos pensa na emissora. O diretor artístico, na programação. E eu penso na ‘Praça’. O meu problema é a ‘Praça’”, disse.
Sobre a relação de amizade que já dura 61 anos com Moacyr, Carlos revelou: “Eu sou muito grato ao Moacyr. Ele levou meu pai até a Tupi do Rio para ver se arrumavam um trabalho para ele. Falei para o Marcelo que, enquanto eu estiver na ‘Praça’, o Moacyr vai entrar quando ele quiser, vem na hora que quiser, se quiser gravar grava, porque sou eternamente grato”, disse.
E completou: “Quando meu pai teve um câncer, a primeira pessoa que chegou em casa para levar comida macrobiótica foi ele. Essas coisas não há dinheiro que pague. Fora o talento que ele tem. Ele tem um talento fora do normal. Ele é um gênio. Só quando ele morrer, vão dizer: ‘Morreu um gênio’. Porque ele canta muito bem, ele é um poeta, ele é engraçado, ele escreve humor bem, ele é criativo”.
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