Filho de Carlos Alberto de Nóbrega, Marcelo de Nóbrega fala sobre a demissão de Moacyr Franco

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

30/11/2017 às 12:35 · Tempo de leitura: 3 minutos

Carlos Alberto ao lado do filho, Marcelo de Nóbrega. (Foto: Divulgação)

Carlos Alberto de Nóbrega ao lado do filho, Marcelo de Nóbrega. (Foto: Divulgação)

A saída do ator e cantor Moacyr Franco do SBT, e do elenco do humorístico A Praça é Nossa, esconde muito mais coisas do que o público imaginava. Em entrevista para o programa TV Fama, o diretor e filho de Carlos Alberto de Nóbrega, Marcelo de Nóbrega falou sobre a demissão de Moacyr.

 

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“Moacyr estava cansado, 81 anos de idade. Ele teve um problema na cabeça, não conseguia decorar direito o texto, não conseguia escrever direito, então estava na hora dele se aposentar e ele mesmo dizia isso”, falou Marcelo, que é diretor do programa de humor no SBT.

O rapaz foi além e também disse que a audiência do quadro de Moacyr não era tão boa como antes. “Quando o Moacyr entrava caía, realmente, um pouquinho”, afirmou. O apresentador Carlos Alberto de Nóbrega justificou: “Talvez ele como diretor veja de um lado [o Ibope]. Eu vejo no geral”.

CARLOS ALBERTO DE NÓBREGA TEM MEDO DO FIM DA PRAÇA É NOSSA:

Ainda sobre a dispensa de Moacyr, Carlos comentou: “[A demissão] não afeta o programa, e sim a emissora, porque se meu programa dá 1 milhão de lucro, há três que dão 1 milhão de prejuízo. Mas não pode tirar os programas do ar. Tem que haver uma compensação. Silvio Santos pensa na emissora. O diretor artístico, na programação. E eu penso na ‘Praça’. O meu problema é a ‘Praça’”, disse.

Sobre a relação de amizade que já dura 61 anos com Moacyr, Carlos revelou: “Eu sou muito grato ao Moacyr. Ele levou meu pai até a Tupi do Rio para ver se arrumavam um trabalho para ele. Falei para o Marcelo que, enquanto eu estiver na ‘Praça’, o Moacyr vai entrar quando ele quiser, vem na hora que quiser, se quiser gravar grava, porque sou eternamente grato”, disse.

E completou: “Quando meu pai teve um câncer, a primeira pessoa que chegou em casa para  levar comida macrobiótica foi ele. Essas coisas não há dinheiro que pague. Fora o talento que ele tem. Ele tem um talento fora do normal. Ele é um gênio. Só quando ele morrer, vão dizer: ‘Morreu um gênio’. Porque ele canta muito bem, ele é um poeta, ele é engraçado, ele escreve humor bem, ele é criativo”.

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