Cartões de crédito e poupança estão com os dias contados em país e clientes ficam em sinal de alerta

E um serviço amado,tanto de cartão de crédito como de conta poupança, estão com os dias contados em país, e anúncio dado acabou pegando milhões de pessoas, que dependiam do serviço, de surpresa.

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Fim da parceria

Estamos falando de um serviço que era oferecido pela Apple, nos EUA, em parceria com o  Goldman Sachs*, que nada mais é que um banco múltiplo, cujo quais oferece uma gama em serviços financeiros*

Uma das principais empresas globais de banco de investimento, gestão de valores imobiliários e de investimentos, que fornece uma ampla gama de serviços financeiros para uma base de clientes substancial e diversificada que inclui corporações, instituições financeiras, governos e pessoas físicas com patrimônio líquido A Apple está encerrando seu contrato de cartão de crédito com o, informou um jornal dos EUA nesta terça-feira.
Goldman Sachs é Uma das principais empresas globais de banco de investimento (Foto Reprodução/Internet)

Goldman Sachs é Uma das principais empresas globais de banco de investimento (Foto Reprodução/Internet)

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De acordo com o portal O Globo, a Apple enviou uma proposta ao Goldman Sachs para rescindir seu contrato dentro de 12 a 15 meses, conforme divulgado pelo Wall Street Journal, citando fontes que estão por dentro do assunto.

Vale dizer que essa ruptura  abrange toda a parceria de consumo de ambas as partes, incluindo um cartão de crédito lançado em 2019, o Apple Card, bem como uma conta poupança lançada este ano, que como é de se esperar, está com os dias contados.

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Apple Card está com os dias contados após rompimento com a Goldman Sachs (Foto Reprodução/Internet)

Apple Card está com os dias contados após rompimento com a Goldman Sachs (Foto Reprodução/Internet)

Mas por que a Apple se desfez da parceria?

Ainda de acordo com o portal O Globo, ainda não está claro se a Apple já possui um novo emissor para o cartão.

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Fora isso, é válido mencionar que o fato ocorre em um momento em que a  Goldman Sachs recua na sua incursão no crédito ao consumo*, que se revelou mais dispendioso do que o previsto.

*O crédito de consumo é um contrato de crédito celebrado com particulares, sem fins comerciais ou profissionais, para financiar a aquisição de bens de consumo, designadamente computadores, viagens, automóveis, educação ou saúde.

Segundo o Journal, Goldman também já havia dito à Apple que planejava se desinvestir na empresa.

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O banco considerou entregar este programa à American Express, enquanto a Synchrony Financial também considerou assumir o controle, acrescentou o Journal.

A situação da Apple com a Goldman Sachs já estava estremecida (Foto Reprodução/Internet)

A situação da Apple com a Goldman Sachs já estava estremecida (Foto Reprodução/Internet)

O Goldman teria tentado encerrar outra parceria de cartão de crédito com a General Motors e já havia chegado a um acordo para vender a empresa bancária de consumo GreenSky.

Vale destacar que tanto a Apple quanto a Goldman Sachs não responderam às perguntas da AFP sobre o assunto.

Se arrastando

De acordo com o NeoFeed, apesar do rompimento iminente, a parceria entre as duas gigantes já tinha sinais de desgaste desde o início. A Apple chegou a divulgar que seu cartão não era de um banco, o que estremeceu, já na largada, a relação.

Entre outros ruídos, a Apple pressionou para que praticamente todos os interessados em ter um Apple Card fossem aprovados, o que teria contribuído para turbinar as perdas na área de crédito do Goldman Sachs.

Em um dos desdobramentos desses imbróglios, alguns executivos do banco americano culparam, nos bastidores, a Apple pelo fato de o Goldman Sachs ter sido alvo de investigações do Consumer Financial Protection Bureau sobre “práticas de gestão de contas de cartão de crédito”, no ano de 2022.