Fornecedora de chips fez sucesso durante anos no país, mas acabou se fundindo com outra grande marca do setor

Hoje, a Claro, a Vivo e a Tim dominam o mercado dos planos de celular. Mas, há alguns anos, uma outra grande empresa teve forte destaque nacional.

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Oferecendo chamadas via rádio e aparelhos adaptados à própria tecnologia, a Nextel tinha o modelo como um carro-chefe sobre as vendas. Porém, com o passar do tempo, o diferencial acabou se tornando desinteressante ao público, o que motivou seu fim.

Para quem não se lembra, a marca foi lançada na década de 90, mas, em 2019, foi oficialmente vendida para a Claro, que segue em atividades. Segundo o jornal O Globo, a negociação teria sido finalizada na casa dos R$ 3,5 bilhões, extinguindo de vez o antigo nome.

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Nextel, Claro
Popular no passado, a Nextel, dos rádios, foi vendida para a mesma empresa responsável pela Claro (Foto: Divulgação)

Agora, uma nova empresa está prestes a entrar na competição. De acordo com a revista Valor Econômico, o Nubank vai se tornar uma operadora móvel virtual, utilizando a infraestrutura da própria Claro. O grupo bancário deve começar com as operações já no próximo semestre.

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O anúncio, como já era de se esperar, colocou em risco outras empresas tradicionais, como a Vivo e a Tim. Especialistas apontam que ambas vão sofrer com a potencial queda no mercado, que será inevitável com a mudança de clientes e as propostas que devem surgir.

Nubank
Após aprovação da Anatel, o banco Nubank vai lançar a própria operadora de celular (Foto: Divulgação)

Por que acabou a Nextel?

Apesar do sucesso no passado, a operadora sofreu com a mudança tecnológica e não se adaptou às novidades oferecidas pelas concorrentes aos novos celulares. Segundo o TecMundo, houve uma enorme perda de atrativo pelo serviço via rádio.

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