Adeus após 39 anos: Fim de serviço vital do Banco Central atinge em cheio o Banco do Brasil, Caixa e Bradesco

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

27/07/2024 às 22:15 · Tempo de leitura: 4 minutos

Fim de serviço vital do Banco Central atinge o BB, Caixa e+ (Foto: Reprodução/ Internet)

Confira nesta matéria tudo sobre o fim de serviço vital do Banco Central que chegou atingindo em cheio o Banco do Brasil, Caixa, Bradesco e muitas outras instituições

O Banco Central anunciou recentemente o encerramento de um serviço vital, bastante popular que esteve em operação no Brasil por mais de 39 anos, impactando significativamente o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, o Bradesco e muitas outras instituições financeiras. A seguir, confira todos os detalhes sobre o fim desse serviço.

De acordo com informações divulgadas pelo portal ‘Terra’, desde o dia 15 de janeiro deste ano, o serviço de transferência via DOC (Documento de Ordem de Crédito), um dos mais tradicionais meios de transferência bancária, está encerrado. As informações dão conta de que o fim do serviço este em vigor desde as 22 horas do dia mencionado, não sendo possível utilizar o meio.

A data limite de agendamento do DOC foi o dia 29 de fevereiro, pois depois desse dia, o serviço foi definitivamente encerrado. Além disso, segundo a fonte outro serviço que acabou tendo fim decretado foram as operações de Transferência Especial de Crédito (TEC), usadas exclusivamente por empresas para pagamento de benefícios a funcionários.

Vale dizer que, ambos os serviços que tiveram fim, possuíam um limite de transação de R$ 4.999,99. As movimentações via DOC eram concluídas um dia após o banco receber a ordem de transferência. Já a TEC, a transferência de recursos era garantida até o final do mesmo dia em que foi dada a ordem. As tarifas eram variadas entre as instituições bancárias.

A culpa é do PIX…

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) o DOC, criado em 1985 pelo Banco Central, perdeu espaço para formas mais rápidas e mais baratas de transferência de recursos, principalmente após o lançamento do PIX, em novembro de 2020. Isso porque o meio acabou se consolidando muito rápido e acabou sendo um dos culpados pelo fim do serviço mais antigo.

Uma pesquisa realizada pela Febraban, sobre meios de pagamento que teve como base dados divulgados pelo Banco Central mostrou que as transações via DOC somaram 18,3 milhões de operações no primeiro semestre de 2023, apenas 0,05% do total de 37 bilhões de operações feitas no ano. Em contrapartida, o Pix marcou cerca de 17,6 bilhões de operações.

Como fazer transferência entre bancos?

O PIX é a opção mais usada. Desde o seu lançamento, o Pix está isento de taxas para pessoas físicas. Já para pessoas jurídicas, o sistema pode contar com cobranças, segundo as determinações do Bacen. O Pix rompe com as limitações do DOC e TED, permitindo que transações instantâneas ocorram em poucos segundos, em todos os dias da semana, 24 horas.

Nesse sistema, você tem a opção de transferir através da chamada “chave Pix” do interessado para enviar os recursos. Por exemplo: CPF, CNPJ, e-mail, telefone, entre outros. Porém, também é possível realizar um Pix através do preenchimento de dados bancários.

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