Fechamento de unidade, fim de serviço crucial aos clientes, demissão e mais: 4 reviravoltas do Santander

Santander se envolveu em uma série de polêmicas (Foto: Reprodução/ Internet)
Santander passou por quatro reviravoltas e deu o que falar
O Santander, sem sombra de dúvidas, é um dos bancos mais famosos e importantes em atividade no Brasil. Entretanto, assim como acontece com seus concorrentes, a instituição financeira busca sempre oferecer os melhores serviços, mas nem mesmo isso é capaz de colocar a empresa em algumas enrascadas.
Dessa vez, por exemplo, falaremos sobre algumas situações envolvendo o Santander. No ano passado, o banco usou sua página oficial para anunciar o fim do serviço DOC. Trata-se do Documento de Ordem de Crédito: um dos tipos de transferências que os bancos disponibilizam para que você movimente o seu dinheiro.
Eles resolveram anunciar que a partir do dia 15 de janeiro de 2024 o serviço não estará mais disponível. Outra notícia foi relacionada ao fechamento de algumas agências. Em abril do ano passado, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região cobrou do Santander explicações sobre o fechamento de mais uma agência.

Santander encerrou agências e promoveu demissões (Foto: Reprodução/ Internet)
Na ocasião, o Santander encerrou a unidade localizada no prédio da Prefeitura de São Paulo, no Centro da cidade. Dessa forma, o atendimento migrou para a agência-2008 de negócios, situada na rua Líbero Badaró, também no Centro de São Paulo. O banco garantiu que o processo não resultou em nenhuma demissão de funcionário.
Em 2021, no entanto, a instituição se envolveu em uma grande polêmica. Segundo o portal Conjur, o juiz Jeronimo Azambuja Franco Neto, da 60ª Vara do Trabalho de São Paulo, condenou o banco ao pagamento de R$ 50 milhões por danos morais coletivos após promover demissões em massa durante a pandemia.

Banco Santander – Foto: Internet
Qual foi a multa imposta pelo juiz ao banco?
O Santander foi proibida de praticar qualquer “conduta antissindical”, especialmente “perseguição” a sindicatos e seus filiados, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. Entre as alegações da ação civil pública estão atos como demissões feitas pelo banco durante a epidemia e a suspensão da gratificação de função de dirigentes sindicais.