Empresa acabou com a relação de exclusividade que mantinha com as grandes redes de restaurantes registradas na plataforma

Lançado na cidade de São Paulo, o iFood fez sua estreia oficial em 2011. Mas, desde então, o aplicativo passou por algumas mudanças significativas até chegar ao formato atual, sendo praticamente indispensável na vida de muita gente.

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Segundo o Opinion Box, mais de 40 milhões de pessoas utilizam a plataforma com frequência no país. Dentro do setor de entregas, ele é o mais popular, apesar de já ter enfrentado outros fortes concorrentes, como o Uber Eats, que saiu perdendo.

No entanto, em setembro do ano passado, a direção precisou fazer um comunicado importante aos clientes e lojistas. Para quem não acompanhou, através do site oficial, o vice-presidente Arnaldo Bertolaccini confirmou o fim da exclusividade com as grandes redes.

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Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou fim da exclusividade, chamando atenção para a possibilidade de concorrência entre as entregas (Foto: Divulgação)

Afinal, o que muda com o fim desse serviço no iFood?

Em nota, o representante da marca explicou a mudança. Antes, nos contratos de exclusividade, os restaurantes se comprometiam a não realizar o delivery em outras plataformas em troca de investimentos e condições comerciais diferenciadas. Porém, a dinâmica mudou.

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Com isso, as redes com mais de 30 lojas terão liberdade para atuar também nos concorrentes. “Desde a assinatura do acordo, estamos focados em implementar uma estratégia robusta para seguir crescendo e gerando resultados positivos”, justificou o Arnaldo Bertolaccini, do iFood.

“Mesmo sem a exclusividade, continuaremos ajudando nossos parceiros a prosperar no delivery e oferecendo produtos e serviços relevantes para o perfil de pequenos e médios empreendedores, que representam 70% dos estabelecimentos da plataforma”, apontou.

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Pesquisa revela que mais de 40 milhões de pessoas utilizam o iFood com frequência no Brasil, colocando o aplicativo como o mais popular do setor no país (Foto: Divulgação)

Conclusão

Agora, de acordo com o líder da marca, o foco tem sido em implementar estratégias para aumentar ainda mais os resultados do grupo, mesmo abrindo margem aos rivais. Aliás, a mudança foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, que fiscaliza a área no Brasil.

“Temos trabalhado para adequar o nosso modelo de negócios às novas regras, cientes de que desde antes do acordo o iFood já estabelecia uma concorrência saudável com os outros players e que as novas regras trazem mais clareza e segurança jurídica para todo o setor”, finalizou.

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