Encerramento: O fim de serviço vital do iFood e comunicado oficial emitido
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
iFood passou por algumas mudanças recentes (Foto: Divulgação)
Empresa acabou com a relação de exclusividade que mantinha com as grandes redes de restaurantes registradas na plataforma
Lançado na cidade de São Paulo, o iFood fez sua estreia oficial em 2011. Mas, desde então, o aplicativo passou por algumas mudanças significativas até chegar ao formato atual, sendo praticamente indispensável na vida de muita gente.
Segundo o Opinion Box, mais de 40 milhões de pessoas utilizam a plataforma com frequência no país. Dentro do setor de entregas, ele é o mais popular, apesar de já ter enfrentado outros fortes concorrentes, como o Uber Eats, que saiu perdendo.
No entanto, em setembro do ano passado, a direção precisou fazer um comunicado importante aos clientes e lojistas. Para quem não acompanhou, através do site oficial, o vice-presidente Arnaldo Bertolaccini confirmou o fim da exclusividade com as grandes redes.
Afinal, o que muda com o fim desse serviço no iFood?
Em nota, o representante da marca explicou a mudança. Antes, nos contratos de exclusividade, os restaurantes se comprometiam a não realizar o delivery em outras plataformas em troca de investimentos e condições comerciais diferenciadas. Porém, a dinâmica mudou.
Com isso, as redes com mais de 30 lojas terão liberdade para atuar também nos concorrentes. “Desde a assinatura do acordo, estamos focados em implementar uma estratégia robusta para seguir crescendo e gerando resultados positivos”, justificou o Arnaldo Bertolaccini, do iFood.
“Mesmo sem a exclusividade, continuaremos ajudando nossos parceiros a prosperar no delivery e oferecendo produtos e serviços relevantes para o perfil de pequenos e médios empreendedores, que representam 70% dos estabelecimentos da plataforma”, apontou.
Conclusão
Agora, de acordo com o líder da marca, o foco tem sido em implementar estratégias para aumentar ainda mais os resultados do grupo, mesmo abrindo margem aos rivais. Aliás, a mudança foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, que fiscaliza a área no Brasil.
“Temos trabalhado para adequar o nosso modelo de negócios às novas regras, cientes de que desde antes do acordo o iFood já estabelecia uma concorrência saudável com os outros players e que as novas regras trazem mais clareza e segurança jurídica para todo o setor”, finalizou.
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