Adeus em 2024: Fim de serviço popular do metrô de SP atinge 4 estações em cheio e cai como bomba a paulistas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Metrô de SP (Foto: Reprodução/ Internet)
Metrô de São Paulo confirma fim de serviço popular que atinge em cheio 4 grandes estações. A notícia caiu como uma verdadeira bomba aos paulistas agora em 2024
Diariamente, milhões de pessoas usam o transporte público no Brasil. O último Censo revelou que, agora em 2024, a população da cidade de São Paulo se aproxima dos 12 milhões de habitantes. Dentro desse número, segundo o boletim, pelo menos 4,7 milhões utilizam o transporte público, fazendo baldeações de ônibus, trens e metrôs.
O trio dos transportes facilita a vida de milhões de cidadãos, não somente em São Paulo, mas em todo o Brasil, principalmente nas grandes cidades e capitais. Dessa vez, no entanto, a notícia que traremos não é uma das melhores, principalmente para quem depende do Metrô na capital paulista. Isso porque, foi confirmado pelo Metropolitano o fim de um serviço popular em 4 estações.
Segundo as informações divulgadas pelo portal ‘Jornal da Bicicleta’, desde o dia 02 de janeiro de 2024, o Metrô de São Paulo não oferece mais serviço de bicicletários nas Estações Sé (20 vagas), Guilhermina Esperança (155 vagas) , Carrão (110 vagas) e Itaquera (55 vagas), onde usuários podiam contar com presença de vigilante como controlador de acesso.
Os locais onde era destinados os bicicletários, viraram paraciclos, ou seja, um local sem nenhuma segurança para os ciclistas guardarem suas bikes. Para quem não sabe, funciona da seguinte forma: o ciclista chega, entra, amarra a bicicleta usando seu próprio cadeado e pronto. Ninguém vigia ou cuida da porta do paraciclo. Qualquer um pode entrar e sair, pois o metrô não se responsabiliza pela segurança do local.
Declaração do Metrô sobre o assunto
Perguntado sobre os motivos da transformação dos bicicletários em paraciclos, o Metropolitano respondeu:
“Desde o dia 2 de janeiro de 2024, os quatro bicicletários do Metrô passaram a atender o público no formato de paraciclos, adotando o modelo em funcionamento em toda a Linha 15-Prata e em outras 20 estações.
A medida possibilita a ampliação do horário de guarda das bicicletas nas estações Corinthians-Itaquera, Guilhermina-Esperança, Carrão-Assaí Atacadista e Sé (Linha 3-Vemelha), que passarão a atender das 4h40 à 0h. Os passageiros poderão guardar suas bicicletas com o uso de cadeado próprio.
Com isso, o Metrô passa a contar com paraciclos em 35 estações, ofertando 1.300 vagas para a guarda gratuita das bikes. Além disso, os passageiros também podem transportar suas bicicletas nos trens de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h e das 21h até a meia-noite, enquanto aos sábados, domingos e feriados a entrada é permitida durante todo o dia.”
“Luz no fim do túnel”
Ainda de acordo com o portal ‘Jornal da Bicicleta’, os bicicletários localizados nas estações da Linha4 Amarela (Pinheiros, Fradique Coutinho, Butantã, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia) operados pela ViaQuatro, mantêm a operação na modalidade guarda de bicicletas.
Os paraciclos estão em 35 estações do metrô de SP (Reprodução: Internet)
Paraciclo na estação Carrão-Assaí Atacadista da Linha 3-Vermelha do Metrô (Foto: Eduardo Silva/Grupo PLN)
Estação de metrô de SP (Foto Reprodução/G1)
Qual o valor da passagem de ônibus de SP?
Desde o ano passado, a Prefeitura de São Paulo, hoje sob o comando de Ricardo Nunes, deixou o valor dos ônibus municipais, que atendem milhões de pessoas diariamente, fixado na unidade de R$ 4,40 sobre os serviços. Já nos metrôs e trens, a passagem subiu para R$ 5.
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