O capítulo 100: ódio x ódio
Falaram bastante sobre o capítulo que provocaria grandes mudanças em Avenida Brasil. E o que vimos ? Uma trama densa, porém tensa… Bem escrita, no entanto, vem lembrando o formato de uma série ou filme de suspense. Os romances já foram espinhas dorsais de grandes folhetins, só que agora estão “saindo de moda” ou perdendo veracidade. Afinal, como associar amor com vingança ? Não dá mais para acreditar que Nina ame Jorginho, se ela é incapaz de priorizar esse sentimento.

Carminha exalou tanto ódio com o seu ranger de dentes, que sua ira atravessava a TV. A sensação é que há um duelo de vilãs, porque a mocinha tem uma conduta imprópria (digamos assim). Na realidade, sabe-se que o autor queria que o público torcesse por uma personagem capaz de cometer maldades de forma “justificada”.
A história de João Emanuel Carneiro realça que atitudes ruins resultam em transtornos, geram infelicidade (como uma bola de neve). Mas onde fica o contraponto ? A leveza passa longe e muitos vibram quando o “circo que pega fogo”. Como deveria ser uma legítima heroína de novela das 21h ? Em meio ao furacão, o que Lucinda esconde ? A maioria espera uma revelação bombástica, contudo outros acreditam que ela é a mãe de Carminha (ou quem sabe, madrasta).
Qual sua teoria sobre os mistérios que cercam a narrativa?
Enquanto isso, Cadinho continua com suas três mulheres que inverteram as situações… A propósito, você acha que as paralelas são intensas ?
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Até a próxima, pessoal!