Johnny Massaro protagoniza cena quente com Igor Fernandez em série
Johnny Massaro estreou na série “Máscaras de oxigênio não cairão automaticamente”, da HBO Max, e rapidamente virou assunto por conta das cenas de sexo e intimidade com Igor Fernandez, ator da Globo.
Na história, Igor Fernandez interpreta Caio, um jogador de futebol famoso dos anos 1980, que vive um relacionamento secreto com Fernando, um comissário de bordo interpretado por Johnny Massaro.
Logo no primeiro episódio, exibido dia 31 de agosto, os personagens protagonizaram cenas ousadas, quentes e para lá de picantes na cama.
Os personagens de Igor Fernandez e Johnny Massaro também protagonizaram uma cena quente na piscina com direito ao “beijo grego”, prática sexual que consiste na estimulação da região anal com a boca.
O que Igor Fernandez falou sobre cenas quentes com Johnny Massaro ?
Em entrevista ao jornal O Globo, Igor Fernandez falou sobre os bastidores da série “Máscaras de oxigênio não cairão automaticamente”.
Igor Fernandez ressaltou que não sentiu constrangimento ao gravar as cenas quentes com o colega de profissão.
“Foi o trabalho mais complexo que já fiz até hoje. Achei que teria algum receio ou vergonha durante as filmagens, mas não aconteceu. Estávamos bem preparados e cada movimento foi ensaiado e coreografado pela coordenadora de intimidade”, disse o famoso.



Do que a série “Máscaras de oxigênio não cairão automaticamente” fala?
Por fim, criada por Thiago Pimentel, Mariza Leão e Tiago Rezende, a série aborda o ano de 1980, período marcado pelo avanço da AIDS e pelo preconceito contra a comunidade LGBTQIA+.
Na época, a AIDS foi injustamente apelidada de “peste gay”, o que reforçou a marginalização e a exclusão social das pessoas infectadas.
A trama se passas no Rio de Janeiro, nos anos 1980, e conta a história de Fernando, um comissário de bordo gay que descobre a doença.
Fernando, ao lado de sua amiga Lea (Bruna Linzmeyer) e de Raul (Ícaro Silva), foram uma rede clandestina para trazer ao Brasil o AZT.
O AZT foi o primeiro medicamento antirretroviral para a doença aprovado nos Estados Unidos. No entanto, o Brasil ainda não havia liberado o medicamento.
Com cinco episódios, a série evidencia a coragem do grupo diante a negligência governamental e da sociedade contra a doença.
Além disso, a série mostra como a comunidade LGBTQIA+ construiu redes de apoio, solidariedade e resistência em meio a dores, perdas e vínculos afetivos.
Por fim, a produção busca conscientizar o público sobre a importância da doença, representatividade e empatia.
