É nesta quarta (14) que Tom Cruise desembarca no Rio de Janeiro acompanhado da atriz Paula Patton e do cineasta Brad Bird para a pré-estreia latino-americana de “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma”, a mais nova aventura do ator como o agente Ethan Hunt. Cruise, que desta vez viaja sem a família, vem de Londres e segue no mesmo dia para o último destino da turnê mundial de divulgação e promoção do filme, Nova York.

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O tapete vermelho da pré-estreia de “Protocolo Fantasma” no Rio, com a presença de Cruise, Bird e Patton, será transmitido ao vivo pelo UOL a partir das 19h.

Como a série de TV que deu origem à bem sucedida franquia de cinema estrelada por Tom Cruise, “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma”, quarto  episódio das aventuras do agente secreto Ethan Hunt na tela grande, não traz grandes novidades do ponto de vista dramático.

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A estrutura é rigorosamente a mesma dos três filmes anteriores, a ponto de ser possível transformá-lá em uma equação matemática: missão inicial + reviravolta = problema a ser superado por Hunt e sua bem treinada equipe de agentes. A resolução pede uma festa a rigor, na qual máscaras, disfarces e desafios quase impossíveis tiram o fôlego do espectador.

Onde estaria, então, o segredo do sucesso? Cruise e sua disposição para criar histórias fascinantes e protagonizar seqüências eletrizantes certamente está entre os principais fatores. A escolha de diretores criativos, engenhosos e dispostos a se superar sempre, como foram os casos de John Woo e J.J. Abrams, e como é o caso agora do genial Brad Bird, explica outra parte.

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Um elenco competente, diversificado e, especialmente no que diz respeito às “Hunt Girls”, bonito fecha a explicação. O celebrado Jeremy Renner como Brandt, o novo e misterioso integrante da equipe; o comediante britânico Simon Pegg como o mago da tecnologia Benji, e a belíssima Paula Patton no papel da agente Jane se encaixam nesse perfil mais amplo.

Mas no caso de “Protocolo Fantasma” há um algo mais que o torna, senão melhor que seus predecessores, talvez mais fascinante do ponto de vista da experiência. Esse algo mais está embutido na quantidade de cenas que fazem o espectador prender a respiração, grudar na cadeira e experimentar, em muitos momentos, uma sensação de leve vertigem. O que mais se pode esperar de filmes dessa natureza? Certamente não um grande subtexto politicamente engajado.

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Uol Cinema

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