Galã da Globo morreu após longa luta contra câncer terminal e deixou colegas desolados: "Imensa tristeza"

Galã da Globo morreu após longa luta contra câncer terminal (Foto: Divulgação)
Ator da Globo morreu após anos de luta contra o câncer
No dia 12 de agosto de 1969, o Brasil ficava de luto ao perder o ator João Carlos Barroso, da Globo.
O artista, que há anos vinha se dedicando a programas humorísticos e papéis secundários em novelas da emissora carioca, chegou a ser galã nos anos 1970 e no início dos anos 1980.
Segundo informações divulgadas pelo amigo e ator Mário Cardoso, João Carlos Barroso lutava contra um câncer no pâncreas há algum tempo e enfrentou complicações da doença.
“É com imensa tristeza que recebo está notícia. Nosso grande amigo, João Carlos Barroso – Barrosinho-, colega de profissão e de grandes lutas, parceiro de futebol dos artistas inúmeras vezes, nos deixou. Que Deus o receba em seu reino de luz. Meus sentimentos à família”, escreveu ele.
Vale destacar que João Carlos Barroso foi casado com a atriz Zaíra Bueno de 1981 a 1982 e depois com a atriz Sheila Dorfman, de 1983 a 1989.

CARREIRA COMO ATOR
Sua estreia na carreira foi aos 11 anos de idade, quando atuou no filme ‘Tercer Mundo’, em 1961, ao lado de nomes como Francisco Cuoco, Jardel Filho e Jece Valadão.
Além disso, fez parte de novelas como ‘Eustógio’, ‘O Bem Amado’, ‘Marron Glacé’ e ‘Pecado Capital’, ‘Estúpido Cupido’, ‘O Pulo do Gato’, ‘Pecado Rasgado’ e outros.
Nos anos 80, o ator da Globo chegou a falar publicamente sobre a falta de personagens principais e mostrou insatisfação por seu último trabalho em ‘Salvador da Pátria’, durante uma reportagem ao Jornal ‘O Dia’, no dia 23 de abril de 1989.
“Aceitei fazer o Fidélis porque é como se eu estivesse dando uma novela para a casa. Amanhã a casa me dá uma novela que esteja à minha altura, meu contrato está sendo cumprido e meu trabalho feito com a maior dignidade”, começou ela.
E continuou: “Não me dá alegria fazer o personagem, mas também não me dá tristeza. Espero que as pessoas não computem O Salvador da Pátria como um trabalho realizado por mim. Foi uma colher de chá que o Barroso deu para a Globo. Amanhã posso precisar dela. Foi uma troca carinhosa”.
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