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Novo visual de Geisy. .Imagem: Cauê Garcia / CG1 Comunicação Divulgação .

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Sempre há muita “gritaria” na internet quando alguma celebridade que não é negra resolve fazer tranças. Recentemente isso aconteceu com a atriz Julianne Trevisol. Agora, Geisy Arruda aderiu ao visual.

Ela, que era loira oxigenada, está morena há algum tempo. Ao Uol, a ‘famosa’ contou que sempre quis usar tranças, mas tinha medo da repercussão. Mesmo assim, decidiu arriscar.

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“Tinha receio dos comentários negativos e da galera do contra que iria falar que era ‘apropriação cultural’. Eu discordo, em um país como o Brasil , miscigenado e com a diversidade de culturas que tem, posso dizer que sou filha de nordestino com negro… Apesar da pele branca, também sou negra”, disse a ex-Fazenda.

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E acrescentou: “Negra pode alisar o cabelo e pintar de loiro que fica lindo, eu posso fazer tranças e me sentir linda também. Viva a diversidade cultural e liberdade de expressão. E viva a mulher negra”.

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Imagem: Cauê Garcia / CG1 Comunicação Divulgação .

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Vale dizer que até Fátima Bernardes já sofreu esse tipo de sermão na internet por parte de “ativistas das tranças”. Eles acusaram a apresentadora global de apropriação cultural por usar uma peruca de cabelo cacheado em seu programa. Detalhe: ela usou perucas de vários outros modelos no mesmo dia, com fios lisos, morenos, loiros…

Como se não tivesse direito de usar tranças, a atriz Julianne Trevisol também sofreu essa vigilância e levou “broncas” nas redes sociais dias desses pelo mesmo motivo de Geisy: colocou tranças.

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Sobre as tranças de Julianne Trevisol

A atriz Julianne Trevisol, que mudou recentemente o visual e surpreendeu os fãs com o modelo de cabelo escolhido, cheio de trancinhas, comentou a mudança após polêmicas.

“Eu amo mudar. Eu fiz para um projeto que eu tenho de dança que eu vou rodar na semana que vem. Ficou a cara do estilo que eu quero, mas o planejamento é ficar só duas semanas. Vou filmar, ficar para o Rock in Rio e depois tirar. Eu estou amando. Só senti dor só no dia fazendo. E ele é muito prático. Você prende o cabelo com a própria trança, não tem que pentear e para lavar e muito tranquilo”, disse ela ao Purepeople.

Julianne disse ainda que não temeu em receber críticas por apropriação cultural: “Não tive medo não. Até me alertaram falando que poderia rolar alguma crítica”.