Adeus em 22 shoppings populares e terror de falência: Gigante dos eletrodomésticos afunda e pede socorro

Empresa enfrenta pior crise desde a pandemia (Foto: Divulgação)
Companhia vem passado por reestruturação e fundador da marca explicou qual o atual momento
Uma importante empresa de eletrodomésticos vem passando por uma forte crise financeira. Desde a pandemia, houve uma drástica queda nos números e o grupo precisou recorrer à Justiça para não decretar falência.
O problema teria começado durante a pandemia e a rede passou a acumular uma série de dívidas. Agora, para reverter a situação, os responsáveis têm fechado diversas lojas e pediram pelo processo de Recuperação Judicial.

Segundo a Veja, a popular Polishop deve cerca de R$ 9 milhões somente em aluguéis. O dono, João Appolinário, declarou que o período pandêmico foi desastroso. Em 2023, quando diversas concorrentes já haviam se recuperado, eles fecharam 22 unidades em shoppings.
Já de acordo com o R7, o endividamento bancário do grupo beira R$ 84 milhões. Diante da atual situação, em maio deste ano, a empresa pediu pela ação de reestruturação à Justiça. Hoje, o objetivo é conseguir negociar o que está aberto junto com os credores.
Essa ação de Recuperação Judicial deve oferecer uma oportunidade para que a Polishop organize as contas e evite fechar as portas de vez. Através do processo, os responsáveis podem se proteger de outros recursos, reestruturar as dívidas e seguir com as atividades.
Procurada, a empresa respondeu que só vai se pronunciar quando o pedido for homologado.

O que acontece em caso de falência?
O processo reúne os bens da instituição e dos donos, apontando o que deve ser liquidado para pagar as dívidas em aberto. Ele pode durar longos anos, assim como também pode ser revertido no caminho.