Devastador: Gigante dos sorvetes se afunda em dívida multimilionária e acaba de entrar na beira da falência
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Gigante dos sorvetes se afunda em dívida multimilionária - Fotos: Internet / Canva
Tente não se impactar ao saber detalhes sobre a gigante dos sorvetes que simplesmente está a beira da falência
Quando o assunto se trata de grandes empresas que acabaram fechando suas portas e declarando falência, sabemos que vocês gostam de saber detalhes sobre tudo o que acontece.
Dessa forma, hoje vocês irão conhece o gigante dos sorvetes que simplesmente se afunda em dívida multimilionária e acaba de entra na beira da falência. Vamos conferir?
Bom, sem mais delongas, estamos falando de nada mais, nada menos que a Fábrica Mila Sorvetes, situada em Várzea Grande. As informações são do portal Olhar Jurídico, em nota divulgada em outubro desde ano.
O que aconteceu com a Fábrica Mila Sorvetes?
Bom, de acordo com as informações que foram divulgadas, a empresa acabou entrando em recuperação judicial por dívidas de R$ 3,2 milhões.
A decisão foi da juíza Anglizey Solivan de Oliveira, que deferiu o processo de reorganização da empresa, que alegou inconsistências na contabilidade para explicar os motivos que levaram à crise milionária.
Para quem não sabe, a empresa foi fundada em 2017 após os sócios comprarem uma pequena fábrica de sorvetes, assim, então a Mila iniciou sua produção em média escala para distribuição a sorveterias, supermercados, padarias e mercearias na região da baixada cuiabana.
empresa acabou entrando em recuperação judicial por dívidas de R$ 3,2 milhões.
Fábrica Mila Sorvetes, situada em Várzea Grande – Foto Internet
Já no ano de 2018, ocorreu um grande momento de crescimento da companhia, que começou a fornecer produtos para grandes redes de supermercados e atacadistas, aumentando sua produção.
Mas, a medida que começou a expandir, ela contraiu dívidas com bancos. Queda no faturamento evitando o pagamento das dívidas com fornecedores e bancos também é citado no pedido.
Dessa forma, em 2020, junto a Pandemia de Covid, resultou na redução de produção da fábrica. Faturando menos, a empresa teve que renegociar as dívidas que contraiu, além de que houve aumento no preço das matérias- primas e o acesso ao crédito reduziu. Diante do cenário de crise, a empresa buscou a Justiça para se reerguer, alegando que pode se recuperar com o apoio da medida. Afirmou que emprega 25 colaboradores.
Assim então, a juíza se convenceu dos argumentos e deferiu o pedido de recuperação judicial e, com isso, a fábrica ficou “blindada” por 180 dias de ações de execução, ou seja, suspende-se nesse periodo a cobrança das dívidas. “Declaro suspensas, pelo prazo de 180 dias, as execuções promovidas contra a recuperanda, bem como o curso dos respectivos prazos prescricionais, permanecendo os respectivos autos, todavia, no Juízo onde se processam; cabendo à recuperanda a comunicação da referida suspensão aos Juízos competentes”, diz trecho do processo.
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