Sou ginecologista e aconselho: 5 dicas para fugir do câncer de mama

Essas cinco dicas podem ajudar às mulheres a fugir do câncer de mama e ter uma saúde equilibrada e longe de riscos

02/06/2025 às 22:20 · Tempo de leitura: 6 minutos

5 dicas para fugir do câncer de mama - Foto: Montagem

Essas cinco dicas podem ajudar às mulheres a fugir do câncer de mama e ter uma saúde equilibrada e longe de riscos

O câncer de mama é um dos maiores terrores das mulheres. Justamente por conta disso, é para lá de essencial estar sempre em dia com os exames e se cuidar ao máximo, visando manter a saúde ideal e afastando-se de possíveis complicações.

Aliás, para mostrar o quão perigoso a doença pode ser, basta analisar os dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) de 2024. Segundo o órgão, existiu uma estimativa de 73.610 novos casos de câncer de mama no Brasil no ano. Em suma, isso corresponde a uma taxa de 66,54 casos por cada 100 mil mulheres.

Diante da situação, o time de especialistas em saúde do TV FOCO, a partir de informações do portal da Dra. Vânia Reis, ginecologista e obstetra, traz 5 dicas para fugir do câncer de mama.

1 – Alimentação equilibrada

Em síntese, uma alimentação saudável e rica em nutrientes é fundamental para a prevenção do câncer de mama. Assim, opte por alimentos naturais e frescos, como frutas, legumes, verduras e cereais integrais.

Alimentos ricos em antioxidantes (frutas vermelhas, nozes e verduras escuras) colaboram na proteção das células contra danos que podem causar o câncer. Assim, evite o consumo excessivo de gorduras saturadas, alimentos processados e bebidas alcoólicas, que por sua vez, podem aumentar o risco da doença.

Dicas para prevenir o câncer de mama – Foto: Internet

2 – Histórico familiar

Caso exista outras pessoas que tiveram câncer de mama na família, como parentes de primeiro grau, converse com seu médico para ver a necessidade de exames mais detalhados e mais rotineiros. Em alguns momentos, pode ser indicada uma avaliação genética para identificar predisposições hereditárias. Assim, conhecer o histórico familiar favorece na prevenção ideal.

3 – Realize o autoexame e exames preventivos

Ainda de acordo com a ginecologista, o autoexame das mamas é fundamental para identificar alterações ou nódulos que podem ser investigados de forma precoce. Assim, procure fazer o autoexame mensalmente, de preferência, uma semana depois do ciclo menstrual, estando atenta a qualquer alteração.

Consulte o ginecologista de forma regular e faça a mamografia segundo a recomendação médica, principalmente a partir dos 40 anos, ou antes, caso exista histórico familiar de câncer de mama.

4 – Evite o consumo excessivo de álcool

Em suma, o consumo de álcool está relacionado a um risco maior de câncer de mama, visto que o mesmo modifica o nível de estrogênio e demais hormônios no corpo. Assim, se é um desejo seu baixar as chances da doença, é essencial manter o controle na hora do consumo, limitando no máximo, uma dose por dia, ou evitar completamente.

5 – Pratique exercícios físicos regularmente

Por fim, temos a atividade física. Ela reduz o risco de câncer de mama e ajuda na saúde geral do corpo. O ideal é manter uma rotina de exercícios moderados, como caminhadas, corridas, natação ou musculação.

Além de ser fundamental no controle do peso, o exercício regula níveis de hormônios no corpo, importantíssimo na prevenção do câncer de mama.

Câncer de mama é um dos mais populares entre as mulheres – (Montagem / TV FOCO)

Considerações finais

  • Existem cinco medidas essenciais para reduzir os riscos do câncer de mama:
  • Manter uma alimentação balanceada, rica em antioxidantes e evitar processados e álcool;
  • Histórico familiar exige atenção redobrada;
  • O autoexame mensal e mamografias regulares são cruciais para detecção precoce;
  • Ademais, o consumo de álcool deve ser moderado ou extinto;
  • Atividades físicas regulares controlam o peso e equilibram os níveis hormonais.

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Quantas mulheres morrem por câncer de mama no Brasil?

Em suma, no ano de 2021, a taxa de mortalidade pela complicação médica no Brasil acabou sendo de 11,71 óbitos por cada 100 mil mulheres.

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