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Téo José (Foto: Reprodução)

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Exibida desde setembro na Globo, a polêmica série “Nada Será como Antes”, sobre a história da TV no Brasil, teve um caminho interessante até chegar ao título definitivo.

Isso porque o diretor José Luiz Villamarim, roteiristas e outras pessoas da emissora pensaram em várias possibilidades, mas nenhuma sugestão agradou, incluindo “O País do Futuro”, que quase foi a escolhida.

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Contudo, certo dia alguém gritou “que tal “Nada Será Como Antes”?!”, que foi prontamente escolhida pelo canal, como informa o jornalista Flávio Ricco.

A Globo solicitou o domínio da marca junto ao órgão de propriedades, mas descobriu que o título já tinha dono: “Nada Será Como Antes” pertencia ao narrador Téo José, que o registrara para um programa semanal do BandSports, mas acabou não fazendo uso.

Como o nome caiu muito bem para atração, o jurídico da Globo procurou a Band e tentou fechar um acordo. Mas a Band, que não tinha nada a ver com o assunto, pediu para a Globo se entender com o próprio Téo.

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Ele, por sua vez, decidiu transferir gentilmente os direitos para a Globo, mesmo com a insistência do canal em tentar remunerá-lo.

Vale dizer que a emissora também passou por um problema semelhante em relação a “Rock Story”. É que o título já era de direito da VIACOM, e por isso o canal foi obrigado a exibir no encerramento da trama a mensagem: “RockStória é uma marca registrada de propriedade da Viacom International Inc,  licenciada para a Globo”.

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