"A decisão será anunciada": Globo antecipa decreto do Banco Central e o que acontecerá com as poupanças
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Globo anuncia novo decreto do BC de forma antecipada e quem tem poupança fica em alerta (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Tv Foco/Canva/Globo/BC)
Jornalístico da Globo anuncia de forma antecipada um possível decreto quanto à taxas de juros e o que deve ocorrer com o dinheiro investido na poupança
E o G1, portal jornalístico da Globo, anunciou nesta quarta-feira (31), de forma antecipada, um possível novo decreto do Banco Central que deve atingir com força o mercado bem como as poupanças e os valores investidos nas mesmas.
Isso porque o COPOM (Comitê de Política Monetária) do Banco Central (BC) deve se reunir nesta quarta-feira (31) e decidir pela permanência da taxa básica de juros da economia estável em 10,50% ao ano, de acordo com a projeção do mercado financeiro.
Ainda de acordo com o portal da Globo: “A decisão será anunciada após as 18h”. Caso confirmada a manutenção da taxa Selic, ela permanecerá no menor nível desde fevereiro do ano de 2022, ou seja, em cerca de dois anos e meio.
Enquanto isso, o dólar sobe …
Essa decisão do COPOM sobre o patamar da taxa de juros acontece em meio à intensa alta do dólar, que acumulou aumento, em 2024, de 15,9% até esta segunda-feira (29), cotado a R$ 5,62.
Segundo analistas, isso pode ser mais um fator relevante a pressionar a inflação, até porque os juros mais altos tendem a inibir uma alta maior do dólar.
De forma geral, a taxa de câmbio pode ter influência nos preços domésticos em diferentes frentes, como por meio da importação de produtos e insumos ou mesmo pela equiparação dos preços praticados no Brasil com o mercado internacional.
Confiante de que a taxa Selic será mantida estável em 10,50% ao ano nesta semana, o mercado financeiro aguarda uma sinalização, por parte do BC, sobre um eventual aumento de juros nos próximos meses
Taxa Selic X Poupança
Além do mercado, a poupança também sofre severos impactos diante de aumentos e quedas da Selic. Afinal de contas, os valores e seus rendimentos a usam de base, ou seja, por mais que os juros baixos possa ser relativamente bom para linhas de crédito, para quem poupa a história é bem diferente.
Isso porque os juros baixos chegam como um fator negativo em investimentos, uma vez que ele significa rendimentos mais baixos em renda fixa e outras aplicações como CDB e Tesouro Selic.
Só para ter uma ideia, de acordo com o portal Leouve, uma tabela de rendimento mensal foi divulgado, correspondendo o quanto renderia valores na poupança de janeiro até maio, e os resultados não foram nenhum pouco animadores como podem ver abaixo:
- Janeiro – 0,5879%
- Fevereiro – 0,5079%
- Março – 0,5333%
- Abril – 0,6028%
- Maio – 0,5874%
Ou seja, se levar em consideração todos esses dados, o rendimento acumulado até maio deste ano foi de apenas 2,8512%.
Banco Central (Foto Reprodução/Internet)
O COPOM vai analisar hoje possíveis mudanças na Taxa Selic (Foto: Reprodução/ Internet)
A Taxa Selic atinge em cheio a poupança sempre quando há mudanças (Reprodução: Internet)
Como investir em um cenário de queda da taxa de juro?
Diante desse cenário nada animador para poupanças, caso a taxa permaneça igual, especialistas apontam para oportunidades no mercado de ações e outros ativos de renda variável, como fundos imobiliários.
Segundo o Exame, após mais essa queda da Selic, analistas ressaltam que a renda fixa ainda mantém sua atratividade, especialmente diante da perspectiva de uma taxa em dois dígitos.
O investidor, portanto, encontra um leque de opções para ajustar sua carteira de investimentos e potencializar seus ganhos em meio a esse cenário de queda de juros.
Investir em períodos de queda da taxa de juro demanda uma abordagem estratégica para otimizar ganhos e mitigar riscos. Aqui estão algumas considerações importantes:
Renda Fixa Ajustada: em ambientes de queda de juros, é comum que investimentos em renda fixa sejam afetados. Busque ativos com taxas mais atrativas ou ajustáveis, como títulos atrelados à inflação ou de prazos mais longos.
Fundo de Investimento: fundos multimercado e fundos de ações podem ser alternativas interessantes em cenários de queda de juros. A gestão ativa desses fundos permite adaptações às mudanças do mercado, buscando oportunidades de retorno.
Ações de Setores Beneficiados: algumas empresas se beneficiam de ambientes com juros mais baixos, como as do setor imobiliário e de consumo. Avalie a inclusão de ações desses setores na sua carteira.
Diversificação Internacional: em momentos de queda de juros local, a diversificação internacional pode ser uma estratégia para buscar rendimentos em economias com perspectivas diferentes.
Títulos do Tesouro Direto: ajuste sua carteira de títulos públicos conforme as mudanças nas taxas de juro. Em cenários de queda, títulos prefixados ou atrelados à inflação podem ser alternativas interessantes.
Cautela com a Renda Fixa Tradicional: evite excesso de concentração em ativos de renda fixa tradicional, como CDBs e poupança, que podem ter rendimentos menos atrativos em ambientes de taxas mais baixas.
MAS ATENÇÃO! Qualquer estratégia de investimento deve ser alinhada ao seu perfil de risco e objetivos financeiros. Consultar um assessor financeiro pode ser valioso para adaptar sua carteira ao cenário econômico específico.
Mais lidas
ver todas- Globo em luto: Com câncer espalhado no cérebro, âncora do Jornal Hoje morreu logo após diagnóstico fatal
- Câncer fatal: A morte devastadora de atriz mais amada da Globo e Ana Maria aos prantos com anúncio de luto
- Caiu da janela: Qual atriz morreu 2 dias após finalizar gravações na Globo?
- Henry Borel retorna em carta psicografada com mensagem chocante para mãe: “Ao invés de me proteger”
- Os milhões acabaram? Descubra o valor e destino da herança dos Richthofen