"Devem deixar de consumir": Globo confirma proibição da ANVISA contra 11 azeites populares

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

07/10/2024 às 06:20 · Tempo de leitura: 6 minutos

Globo noticia proibição da ANVISA contra 11 marcas de azeite (Foto Reprodução/ Montagem/Lennita/Lee/TV Foco/Canva/Freepik/Internet/Globo)

Globo confirma proibição contra 11 marcas de azeite por fraude e e faz alerta crucial aos consumidores

De acordo com o portal Globo Rural, portal jornalístico com foco no agro, da Globo, o Ministério da Agricultura divulgou no último dia 3 uma lista com 11 marcas de azeite consideradas impróprias para o consumo por não cumprirem os padrões de qualidade estabelecidos pela pasta.

As marcas envolvidas na fraude são:

  1. Málaga;
  2. Rio Negro;
  3. Quinta de Aveiro;
  4. Cordilheira,
  5. Serrano;
  6. Oviedo;
  7. Imperial;
  8. Ouro Negro;
  9. Carcavelos;
  10. Pérola Negra;
  11. La Ventosa.

Nem existem mais

De acordo com o Ministério, as empresas responsáveis pelos produtos se encontram com o CNPJ baixado junto à Receita Federal, ou seja, as suspeitas de irregularidades se intensificaram ainda mais, uma vez que as mesmas nem existem mais.

Além disso, análises físico-químicas comprovaram que os azeites não atendem aos requisitos estabelecidos para sua comercialização, o que levou à desclassificação.

Anteriormente a isso, a ANVISA emitiu uma proibição contra a Serrano e Cordilheira em fiscalizações anteriores:

“Os resultados das análises realizadas pelo Ministério corroboram a tese de que se tratam de produtos adulterados” – Afirmou em nota oficial.

Consumidores em risco

O Ministério da Agricultura reforça que supermercados e atacadistas que comercializam esses produtos podem ser responsabilizados legalmente.

Além disso, o ministério afirmou que consumidores dessas marcas “devem deixar de consumir imediatamente”.

Além disso, os consumidores ainda podem solicitar a substituição conforme previsto pelo Código de Defesa do Consumidor.

Similarmente, essas reclamações podem ser registradas por meio do canal oficial Fala.BR, com informações de onde o produto foi adquirido.

Devido ao fato das marcas mencionadas não possuírem mais registro ativo, nenhuma manifestação foi encontrada. Porém, o espaço permanece em aberto, caso queiram expor a sua versão dos fatos.

Como se proteger contra as fraudes no azeite?

Estatisticamente, o azeite de oliva é o segundo alimento mais fraudado no mundo, perdendo apenas para os pescados, conforme exposto pelo Ministério.

Por conta disso, o órgão divulgou algumas recomendações para evitar a compra de produtos falsificados:

  • Desconfie de preços muito abaixo do mercado;
  • Verifique se a empresa produtora está devidamente registrada no Ministério da Agricultura;
  • Consulte a lista de produtos irregulares apreendidos em ações do Ministério;
  • Evite comprar azeite a granel;
  • Preste atenção na data de validade e ingredientes;
  • Prefira azeites com datas de envase mais recentes.

MAS ATENÇÃO! Conforme exposto pelo Ministério, novas análises estão em andamento e uma nova lista de produtos impróprios poderá ser divulgada posteriormente.

Conclusões finais:

A recente proibição de 11 marcas de azeite, conforme divulgada pelo Ministério da Agricultura e repercutida pela Globo Rural, levantou um alerta em todo o país.

Além disso, as marcas desclassificadas foram detectadas como impróprias para consumo após não atenderem aos parâmetros de qualidade exigidos e estarem ligadas a empresas inativas.

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