Adeus: Falência decretada de rival da Uber em SP e confirmação em jornal da Globo entristece paulistanos
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Globo confirma falência de grande rival da Uber (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Tv Foco/Canva/Globo)
Paulistanos ficam desolados com a falência de rival da Uber e confirmação é dada pelo jornal da Globo; Entenda o que aconteceu
Nos últimos anos, a cidade de São Paulo experimentou uma verdadeira revolução em sua mobilidade urbana, que aliás, acabou deixando a Uber para trás em muitos aspectos.
Alternativas como bicicletas e patinetes elétricos passaram a dominar o cenário, oferecendo soluções rápidas, sustentáveis e econômicas para o trânsito da maior metrópole brasileira.
No entanto, entre os anos de 2018 e 2019, alguns veículos compartilhados transformaram avenidas icônicas como a Brigadeiro Faria Lima.
Mas, infelizmente, a promessa de um futuro inovador teve seu fim anunciado em agosto de 2023.
Estamos falando da Grow, forte concorrente da mencionada Uber e que ficou consolidada como uma das principais empresas desse setor.
Infelizmente, de acordo com o G1, principal portal jornalístico da Globo, ela teve sua falência decretada pela Justiça de São Paulo, marcando o encerramento de uma era.
Sendo assim, a partir dessas confirmações feitas pela Globo, a equipe especializada em economia do TV Foco, aborda mais detalhes sobre o ocorrido e as razões que causaram isso.
Falência decretada:
A decisão, proferida pelo juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, e publicada no dia 6 de agosto daquele ano .
No entanto, a empresa declarou que “por circunstâncias alheias à sua vontade”, não conseguiu cumprir o plano de recuperação judicial, e que não havia expectativa de retomar suas atividades:
- A Grow surgiu como uma forte concorrente da Uber no segmento de mobilidade urbana.
- Enquanto a Uber expandia seus serviços para incluir bicicletas e patinetes em algumas cidades, a Grow consolidava sua liderança com um modelo inovador de compartilhamento “dockless” – que dispensava estações fixas.
- Esse formato permitiu que os usuários desbloqueassem bicicletas e patinetes diretamente pelo aplicativo, promovendo uma experiência prática e acessível.
Apesar disso, o mercado competitivo e os desafios operacionais dificultaram a consolidação da empresa.
O impacto da falência e situação dos credores
Com a decretação da falência, os credores da Grow terão seus direitos e garantias reconstituídos nas condições originalmente contratadas, deduzidos os valores já pagos.
O administrador judicial teve 180 dias para avaliar e vender os bens da massa falida, apresentando ao juiz um plano detalhado para converter esses ativos em dinheiro e quitar parte das dívidas.
Trajetória da Grow:
A Grow nasceu em 2019, fruto da fusão entre a brasileira Yellow e a mexicana Grin:
- Em 2017, Ariel Lambrecht, Eduardo Musa e Renato Freitas fundaram a Yellow foram os primeiros no Brasil a introduzir bicicletas compartilhadas sem estações fixas.
- Em seguida, no ano de 2018, a Yellow colocou 500 bicicletas em operação e chegou ao auge em 2019, com planos ambiciosos e presença destacada em grandes avenidas.
Na fusão, a Grow anunciou uma frota de 135 mil veículos, distribuídos em sete países da América Latina, mas enfrentou dificuldades como furtos, vandalismo e custos de manutenção:
“A empresa sempre sofreu com os desafios de operar em larga escala no Brasil, enfrentando problemas de segurança e eficiência” – Declarou na época um porta voz.
Em 2020, com o impacto da pandemia de Covid-19, as operações da Grow foram drasticamente reduzidas: “Sem a mobilidade diária das pessoas em meio ao isolamento social, nosso modelo se tornou insustentável”.
Ainda naquele ano, a Grow foi adquirida pelo fundo Mountain Nazca, que prometeu reestruturar o negócio:
“Nosso objetivo era buscar eficiência e lucratividade, deixando de lado a estratégia de expansão desmedida que marcou 2019”.
Contudo, mesmo com a reestruturação, a crise se aprofundou, levando ao pedido de recuperação judicial em julho de 2020.
O que disse a Grow sobre sua falência?
Em sua defesa, a Grow atribuiu o fracasso a fatores externos e às limitações do mercado. Por meio de um comunicado oficial, a empresa fez a seguinte declaração:
“Por circunstâncias alheias à nossa vontade, não conseguimos cumprir o plano de recuperação judicial, e não há possibilidade de retomada das operações”.
O juiz João de Oliveira Rodrigues Filho destacou em sua decisão que a falência permite reconstituir os direitos dos credores e organizar os ativos da empresa.
O administrador judicial apresentará um plano detalhado e garantirá que o processo de liquidação se conclua no prazo estipulado.
Considerações finais:
São Paulo viveu uma revolução na mobilidade urbana nos últimos anos, com alternativas como bicicletas e patinetes elétricos ganhando destaque.
Entretanto, a falência da Grow, concorrente da Uber, interrompeu a promessa de um futuro inovador em agosto de 2023.
A decisão judicial marcou o fim da empresa, que enfrentou desafios operacionais e um mercado competitivo.
Por fim, a falência foi decretada pela Justiça de São Paulo, resultando na reestruturação de direitos e garantias dos credores.
Mas, para saber sobre mais casos de falências como essa, clique aqui*.
Mais lidas
ver todas- Neto discreto de Roberto Carlos é um dos homens mais lindos
- Globo em luto: Com câncer espalhado no cérebro, âncora do Jornal Hoje morreu logo após diagnóstico fatal
- Lucimara Parisi, braço direito de Faustão, vive assim hoje
- Caiu da janela: Qual atriz morreu 2 dias após finalizar gravações na Globo?
- Henry Borel retorna em carta psicografada com mensagem chocante para mãe: “Ao invés de me proteger”