Tristeza: Jornal da Globo acaba de comunicar PÉSSIMA notícia aos que gostam de beber cerveja e cai como bomba

Copo de cerveja gelado em boteco - Foto Reprodução Internet
Jornal da Globo faz comunicado péssimo para todos aqueles que gostam de cerveja
Se vocês gostam de tomar uma cerveja ou tem costume de tomar frequentemente e bebida, o Jornal da Globo acabou de noticiar algo que vai te deixar muito triste.
Segundo o G1, da Globo, acontece que uma reforma tributária vai criar uma espécie de ‘imposto do pecado’, que coloca tarifa em cima de produtos nocivos a saúde e a o meio ambiente, ao seja, ficará mais caro.
O tributo pode ser cobrado já no período de transição da reforma. A ideia é desestimular o consumo de produtos como cigarro e álcool.
Após críticas, o relator da reforma, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou uma nova versão do seu parecer sobre a proposta que prevê, entre outros pontos, a criação de uma cesta básica nacional de alimentos com isenção de tributos,

Heineken (Foto: Reprodução / Internet)

Fábrica da Heineken (Foto: Reprodução / Internet)

Fabricação da Heineken (Foto: Reprodução / Internet)

Heineken - (Reprodução: Internet)
O QUE É O IMPOSTO DO PECADO?
Nós vamos te explicar o que é esse imposto que pode prejudicar quem gosta de tomar uma cerveja depois do trabalho diariamente.
Segundo a Globo, esse modelo já é adotado no Brasil, por exemplo, no ICMS cobrado pelos estados sobre itens considerados essenciais, como produtos da cesta básica, que têm alíquotas menores.
“A seletividade está vinculada ao princípio da essencialidade, que deriva de se proteger a dignidade da pessoa humana. Por exemplo, alimentação, água, luz, que são indispensáveis à vida, precisam ter uma carga tributária diferente de produtos de luxo ou sabidamente danosos”, explica o cientista político e coordenador do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), Marcos Woortmann, para a Globo.
Bebidas alcoólicas e cigarros são citados frequentemente como exemplos de produtos que podem ser taxados de acordo com essa regra, diz o G1, da Globo.
Mas os itens ainda não estão definidos e só devem ser regulamentados em uma lei complementar.