Para cortar gastos, a emissora carioca deve fazer demissões em massa nos próximos meses

“Nada está tão ruim que não possa piorar”, essa é a frase que caracteriza o atual momento da Globo, que além de perder vários de seus talentos e direitos de transmissão, deve promover uma nova leva de demissões em massa.

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Segundo Gabriel de Oliveira do site TV Pop, a cúpula da emissora carioca se caminha para finalizar um plano de demissão em massa, afetando todo o departamento operacional do Grupo Globo, inclusive na TV Aberta.

O processo que já é visto como irreversível nos bastidores, tem como objetivo principal cortar gastos operacionais e já foi aprovado por todas as esferas executivas.

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O portal ainda informa que a o corte drástico deve afetar milhares de funcionários e será colocado em prática até o início de 2022.

A partir daí, a emissora vai contratar empresas terceirizadas para cuidar parte técnica do canal, que antes era conhecida pelo “Padrão Globo de Qualidade”, implementado na gestão de Boni, ainda quando o pai de Boninho era diretor de programação do canal.

TERROR DE ÂNCORAS E APRESENTADORES

Bastidores do JN

Bastidores do Jornal Nacional (Foto: Divulgação/Globo)

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Também de acordo com o TV Pop, a medida teria aterrorizado os apresentadores e âncoras da Globo, uma vez que o corte de gastos pode gerar erros bizarros, tal como aconteceu ao final do Domingão com Huck.

Prova disso é que até no JN, antes conhecido pela alta exigência técnica, tem sofrido algumas falhas nos últimos anos, levando William Bonner á loucura.

Até mesmo os âncoras dos jornais do grupo Globo estariam apreensivos com a mudança técnica, temendo o vazamento de conteúdos controversos, como aconteceu com Christiane Pelajo e Galvão Bueno recentemente.

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BALANÇO NEGATIVO

Na última semana a emissora carioca divulgou seu relatório financeiro do primeiro semestre de 2021 e segundo dados obtidos por Guilherme Ravache, colunista do UOL, a Platinada fechou com um prejuízo de 144 milhões.

O motivo do déficit seria o investimento na retomada de produções inéditas, como novelas e novas transmissões de futebol, o que demanda um alto investimento e uma desestabilização nas contas do conglomerado de mídia.