Jornal da Globo choca e assusta telespectadores com apologia ao uso de drogas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Priscilla Bittencourt arriscou passos da música Cracudo ao vivo na Globo (foto: reprodução/TV Sergipe)
Priscilla Bittencourt arriscou passos da música Cracudo ao vivo em jornal da Globo (foto: reprodução/TV Sergipe)
Telespectadores da Globo em Sergipe levaram um susto com a apresentação ao vivo da música Cracudo
Na maior parte do tempo, o nome da Rede Globo é associado a credibilidade e sisudez, ao menos quando falamos do telejornalismo da maior emissora do país e de suas afiliadas. Porém, quem assistiu ao SE1 de quinta-feira (30) teve uma surpresa bem indigesta em pleno horário do almoço.
O encerramento do jornal da Globo na hora do almoço foi ao som de uma versão ao vivo da música Cracudo, cantada originalmente pelo cantor Tierry. A TV Sergipe, porém, levou um trio local para interpretar a música.
Sem prestar atenção no que estava acontecendo, Priscilla Bittencourt, apresentadora e editora do SE1, decidiu aniquilar o Padrão Globo de Qualidade e decidiu arriscar passos da música sugestiva. Um dos trechos diz, por exemplo, que “se eu virar cracudo, eu vou fumar esse seu coração de pedra nem que eu venda tudo”.
O uso de crack não é o único trecho pesado da música candidata ao posto de hit do Carnaval 2020. Ela também cita o grande temor dos adolescentes e adultos nos tempos atuais: o vencimento dos boletos de pagamento. O uso de bebidas alcoólicas também é citado pela composição de Tierry.
O momento constrangedor da Globo virou meme instantaneamente nas redes sociais. Confira, a seguir, o vídeo da apresentação da música no SE1, telejornal local da hora do almoço na afiliada sergipana da rede da família Marinho:
#SE1 encerrando ao som de “Se eu virar crackudo eu fumo seu coração de pedra”
jornalismo (ss) tv sergipe pic.twitter.com/JPofvBGOTR
— Raphael (@raphaelplay) January 30, 2020
César Tralli é o apresentador do SP1 (foto: divulgação/TV Globo)
Globo aposta em bizarrices no nordeste, mas é séria em São Paulo
Enquanto as emissoras nordestinas da Globo enterram cada vez mais o célebre e inesquecível padrão de qualidade imposto por Roberto Marinho, com apresentações musicais constrangedoras e cadáveres expostos, a situação é completamente oposta em São Paulo.
O SP1, capitaneado por César Tralli, é líder incontestável na hora do almoço paulistano e não aposta em nenhum tipo de conteúdo duvidoso. Apesar do formato descontraído, o noticiário permanece com seriedade e com quadros de temas diversos.
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