De surpresa, Globo Esporte anuncia a saída de João Basso e confirma que o volante do Santos deixa o clube
O Santos viaja para Salvador com muitas dúvidas e poucas certezas. Acontece que o jogo contra o Bahia, marcado para este domingo, 24 de agosto, às 16h, na Fonte Nova, acontece num daqueles momentos em que cada detalhe pesa.
João Basso, zagueiro que vinha sendo importante, ainda sente o incômodo no adutor da coxa esquerda. Ele já voltou a correr, participa de parte dos treinos, mas ninguém no clube arrisca confirmar sua presença. Além disso, a situação de Willian Arão é parecida, talvez até mais complicada.
O volante não atua desde 25 de julho, por causa de um edema na panturrilha direita, e mesmo depois de ter entrado alguns minutos contra o Flamengo, segue como dúvida. O time precisa dos dois, mas a pressa pode custar caro.

No CT Rei Pelé, os treinos da semana mostraram um elenco em compasso de espera. Matheus Bachi, que comanda o time interinamente, segura as pontas e prepara alternativas, mas sem definir nada. O técnico não tem como fechar escalação antes da hora porque depende da resposta física desses jogadores.
Segundo o GE, a provável formação, se nada mudar até domingo, deve ser: Gabriel Brazão no gol; defesa com Mayke, Luisão (ou João Basso, se tiver condições), Luan Peres e Souza; meio com João Schmidt (ou Zé Rafael), Gabriel Bontempo e Rollheiser; e ataque composto por Guilherme (ou Caballero), Barreal e Tiquinho Soares. Parece claro que o Santos terá de improvisar em algum setor, e isso aumenta a responsabilidade do interino na escolha.
Santos não vai contar com Neymar?
Porém, enquanto isso, Neymar está fora de vez. Ele levou o terceiro amarelo contra o Vasco e desfalca a equipe. Sem ele, a responsabilidade criativa recai em outros, e isso já muda bastante o desenho do ataque. É a soma de incertezas, num momento em que o time não pode se dar ao luxo de errar.
Por fim, a ausência de Neymar mexe não só no campo, mas também no ambiente. Ele vinha sendo um desafogo técnico e emocional, mesmo sem estar em sua melhor fase. Ficar sem ele, sem Basso, sem Arão… o Santos se vê obrigado a reinventar soluções.
