Globo estreia série esportiva sobre a Copa no intervalo de O Outro Lado do Paraíso
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Globo (Foto: Divulgação)
Romário na estreia de Meu Lance na Copa, na Globo
(Foto: Globo/Divulgação)
A menos de três meses do início da Copa do Mundo na Rússia, o público entra no clima da competição com duas novas séries na Globo: “Meu Lance na Copa” e “Vozes”.
“Meu Lance na Copa” vai ao ar aos sábados, no intervalo da novela O Outro Lado da Paraíso, e aos domingos, em versão estendida no Esporte Espetacular. A partir deste sábado, dia 24, o público vai se emocionar com depoimentos de ex-jogadores sobre momentos marcantes que viveram na competição mais importante do futebol. Os 12 episódios trazem nomes como Romário, Bebeto, Cafu, Ronaldo, Nelinho, Clodoaldo, Josimar, Oscar e Jairzinho.
Na estreia, o Baixinho lembra do jogo contra a Suécia, na semifinal da Copa de 1994, quando um gol seu, o único da partida, colocou o Brasil na direção ao quarto título mundial. “Aquele gol foi uma prova de que você não precisa ser grande pra fazer gol de cabeça. Para muitos, o gol diminui quando você chega mais perto. Para mim, muitas vezes ele crescia”, conta Romário, que tem dificuldade para descrever a sensação do momento: “É algo mágico”.
A conquista do tetra também é tema do episódio de estreia da série “Vozes”, na qual narradores lembram suas transmissões mais marcantes. No primeiro depoimento, que o Esporte Espetacular exibe neste domingo, dia 25, Galvão Bueno fala sobre a decisão da Copa dos Estados Unidos, quando a seleção brasileira quebrou um jejum de 24 anos sem o título da competição.
O narrador lembra de todos os momentos daquele dia: da noite mal dormida antes da final contra a Itália, dos lances do jogo e de ver sua comemoração ao lado de Pelé no telão do estádio. “Tem gente que não era nascida e hoje, para comemorar qualquer coisa, grita “é tetra”. Ficou atemporal e não tem o significado exato de quatro vezes campeão do mundo. ‘Tetra’ virou um grito de comemoração. Foi, sem dúvida, meu grande momento profissional. Inesquecível”, conta Galvão, que não tem dúvida do que diria à Copa de 1994 se ela fosse uma pessoa: “Muito obrigado por você ter existido”.
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