Daniel Castro 

Blake Sheldon, Christina Aguilera, Carson Daly (apresentador), Cee Lo Green e Adam Levine, na apresentação de The Voice à imprensa (Foto: Chris Haston/NBC)

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A Globo está negociando a compra dos direitos de produção no Brasil do reality show The Voice (A Voz), atualmente a maior audiência da rede norte-norte americana NBC e 10ª maior de toda a TV aberta dos EUA (12,6 milhões de telespectadores na semana passada).

The Voice é um novo formato de reality show musical. A novidade está na primeira fase, em que os jurados selecionam os participantes sem vê-los (eles ficam de costas). Quando um jurado se impressiona com a voz de um participante, ele aperta um botão e sua cadeira se vira para o palco.

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Passada a fase de “audições cegas”, há a “batalha”. Os jurados (nos EUA, eles são Christina Aguilera, Cee Lo Green, Adam Levine e Blake Shelton) passam a atuar como técnicos dos candidatos.

Na fase de “batalha”, os participantes são divididos em equipes. Elas competem uma contra a outra, e o técnico seleciona os candidatos que considera melhores.

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Na fase final, os calouros se confrontam em apresentações em teatro, inicialmente em disputas entre duas equipes do mesmo técnico. A audiência escolhe o melhor de cada equipe, e o técnico tem de decidir qual dos dois continua na competição. O vencedor, “the voice”, leva um contrato com gravadora e US$ 100 mil.

A negociação vem sendo conduzida por J.B. Oliveira, o Boninho, mas isso não quer dizer que ele vá dirigi-lo. Segundo Boninho, as negociações estão apenas no início.

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O formato de The Voice foi desenvolvido por John De Mol, mesmo criador de Big Brother. De Mol divide a produção-executiva do programa com Mark Burnett, de Survivor.

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