Como assim?! Jornal da Globo revolta ao usar notícia para divulgar uso de crack

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

30/03/2020 às 07:41 · Tempo de leitura: 3 minutos

William Bonner teve segredo contado por uma jornalista que foi na casa dele (Foto reprodução)

William Bonner do Jornal Nacional da Globo teria tomado decisão que deixou muita gente revoltada (Foto reprodução)

Jornal da Globo causou revolta no público brasileiro ao fazer apologia ao uso de drogas de forma descarada

Na maior parte do tempo, o nome da Rede Globo é associado a credibilidade e sisudez, ao menos quando falamos do telejornalismo da maior emissora do país e de suas afiliadas, especialmente em tempos de coronavírus. Porém, o telespectador da afiliada sergipana na hora do almoço teve uma surpresa bem indigesta.

O encerramento do jornal da Globo na hora do almoço na região, o SE1, foi ao som de uma versão ao vivo da música Cracudo, cantada originalmente pelo cantor Tierry. A TV Sergipe, porém, levou um trio local para interpretar a música.

Sem prestar atenção no que estava acontecendo, Priscilla Bittencourt, apresentadora e editora do noticiário, triturou o Padrão Globo de Qualidade e decidiu até arriscar passos da música sugestiva. Um dos trechos diz, por exemplo, que “se eu virar cracudo, eu vou fumar esse seu coração de pedra nem que eu venda tudo”.

O uso de crack não é o único trecho pesado da música que, bem ou mal, faz sucesso por lá. Ela também cita o grande temor dos adolescentes e adultos nos tempos atuais: o vencimento dos boletos de pagamento. O uso de bebidas alcoólicas também é citado pela composição de Tierry.

O momento constrangedor da Globo virou meme instantaneamente nas redes sociais. Confira, a seguir, o vídeo da apresentação da música no SE1, telejornal local da hora do almoço na afiliada sergipana da rede da família Marinho:

Priscilla Bittencourt arriscou passos da música Cracudo ao vivo na Globo (foto: reprodução/TV Sergipe)

Constrangimento lá, seriedade acolá

Enquanto algumas afiliadas da Globo enterram cada vez mais o célebre padrão de qualidade imposto por Roberto Marinho, com apresentações musicais constrangedoras e cadáveres expostos, a situação é completamente oposta em São Paulo.

O SP1, capitaneado por César Tralli, é líder incontestável na hora do almoço paulistano e não aposta em nenhum tipo de conteúdo duvidoso. Apesar do formato descontraído, o noticiário permanece com seriedade e com quadros diversos.

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