Globo não deixa vestígios do passado na maior reformulação da história do "BBB"
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Tiago Leifert no estúdio do "BBB17" (Foto: Globo/Paulo Belote)
Tiago Leifert no estúdio do “BBB17”
(Foto: Globo/Paulo Belote)
Na 17ª temporada, a Globo promoveu a maior reformulação da história do “BBB”, desde que o reality show estreou, em 2002. A emissora não deixou vestígios do passado do programa e sequer fez questão de mencioná-lo.
Neste ano, o “Big Brother Brasil” voltou ao ar totalmente repaginado. Com Tiago Leifert, o novo apresentador que entrou no lugar de Pedro Bial – que comandou a atração por 16 temporadas -, um logo muito diferente do que foi até 2016, na cor laranja, fugindo totalmente das edições anteriores onde sempre prevaleceu o azul, e a saída do cartunista Maurício Ricardo após 15 anos.
O “BBB” perdeu duas marcas com as modificações: os textos poéticos de Bial (a principal) e o humor de Maurício Ricardo.
A Globo fez questão de apagar qualquer vestígio do passado. Nada e ninguém das temporadas passadas apareceu na atual. Bial, que teve toda uma história e virou sinônimo do “Big Brother Brasil”, foi apagado e sequer mencionado na versão Leifert do programa (leia mais aqui).
Foi uma reformulação para não deixar qualquer vestígio do passado. A única coisa que permaneceu das edições anteriores, foi a música da vinheta, Vida Real, de Paulo Ricardo, mas que como sempre, sofreu algumas modificações.
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