"Situação de emergência": Globo é paralisada às pressas com terror nos planos de saúde e bomba a idosos
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Globo paralisa com terror nos planos de saúde (Reprodução/Montagem/Globo/Norden)
Globo é paralisada com bomba nos planos de saúde, aterrorizando milhões de idosos
Programa “É de Casa”, da Globo é paralisado com terror nos planos de saúde e bomba a idosos, deixando milhões de cidadãos brasileiros desamparados com novos preços de convênios e falta de atendimento imediato aos clientes.
Portanto, a reportagem feita pela atração da emissora mostrou a realidade de muitos cidadãos que estão sofrendo com a falta de auxílio dos planos de saúde, já que muito órgãos passaram a contar certos benefícios de seus clientes.
“Em uma situação urgente ou de emergência, você já fica nervoso porque você não sabe pra onde ir”, desabafa a entrevistada Alana, no programa, sobre seu desamparo com os recentes cortes de 80% dos laboratórios credenciados do plano.
Infelizmente, essa situação se passa em diversas casas brasileiras. Segundo a pesquisa realizada pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) em parceria com a PUC-SP, cerca de 40 mil processos estão sendo distribuídos em primeira instância entre janeiro de 2019 e agosto de 2023 diante da lei que obriga os planos de saúde a arcarem com tratamentos da lista de referência da ANS.
Além disso, o quadro não é nada vantajoso para os idosos que passam a procurar outros serviços de convênios devido aos preços altos. De acordo com informações do UOL, os reajustes dos valores pagos ultrapassam os 20%. Essa correção feita pelos órgão ficou acima do apontado pelo IPCA para o setor, de 11,52% no período.
Desse modo, o IPCA, índice que mede a inflação nos preços de bens e serviços no país, fechou 2023 em 4,72% ao ano. No setor da Saúde e cuidados pessoais, a maior contribuição veio do reajuste dos convênios médicos.
Uma análise mais detalhada publicada pelo BTG Pactual no relatório “ANS Pricing X-Ray”, mostrou que os reajustes foram ainda maiores. Isso vale para os planos coletivos por adesão ou corporativos, em que o reajuste é negociado entre as seguradoras e os contratantes.
Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontam que 77% dos brasileiros não têm assistência médica privada. O desemprego, a pandemia e a instabilidade econômica no país são os principais motivos dessa abstenção. Entretanto, as mensalidades exorbitantes também alavancaram esse declínio.
Qual é o preço médio da mensalidade de um plano de saúde?
Segundo informações do portal Plano de Saúde São Paulo, os valores para pessoas e famílias podem chegar próximos a R$2 mil dependendo dos benefícios e coberturas. Para quem busca convênios médicos individuais ou mesmo familiares mais simples, os valores podem variar de R$60 a R$1813 por mês.
O plano individual é contratado diretamente pelo beneficiário com a operadora de saúde. Já o plano coletivo, seja ele empresarial ou por adesão, é intermediado por uma empresa, entidade de classe ou sindicato, que agrupa um conjunto de beneficiários sob o mesmo contrato.
Reportagem do É de Casa (Reportagem/Globo)
Plano de saúde esteve à beira da falência, mas superou situação (Foto: Reprodução/ Internet)
Plano de saúde passa por situação delicada (Foto: Reprodução/ Freepik)
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