Zeca Camargo, Ciça Guimarães, Tiago Leifert, Ana Furtado, André Marques, Patricia Poeta recebem os jornalistas na casa de É de Casa (Foto: Globo/Renato Rocha Miranda)

Zeca Camargo, Ciça Guimarães, Tiago Leifert, Ana Furtado, André Marques, Patricia Poeta recebem os jornalistas na casa de É de Casa
(Foto: Globo/Renato Rocha Miranda)

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Novo matinal das manhãs de sábado, o “É De Casa”, que estreia no próximo dia 08, tem seus intervalos vendidos pela Globo com um preço maior que o dobro do cobrado quando a emissora levava ao ar desenhos no horário.

A revista eletrônica, que será exibida na faixa das 9h às 12h – ocupando a vaga da “TV Globinho”, que era veiculada das 10h30 ao meio-dia – tem o tempo de trinta segundos de seus breaks vendidos por R$ 79.500. O número é um pouco alto, se comparado ao que é cobrado pelo mesmo espaço no “Mais Você” e “Bem Estar” (R$ 65.400), mas é pequeno, quando confrontamos ao valor pedido pelo “Encontro”, que tem seus trintas segundos comercializados por R$ 107.600.

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No entanto, quando se faz a comparação com a “TV Globinho”, que foi exibida até o último sábado, dia 01, o valor é cerca de 64% maior. A Globo vendia trinta segundos dos breaks da sessão de desenhos por apenas R$ 30.500. Vale lembrar, que na última vez em que foi ao ar, a “TV Globinho” garantiu 10.5 pontos de média e 12.0 de pico, registrando mais audiência que diversas atrações, como por exemplo, o “Estrelas”, de Angélica.

Cada ponto equivale a 67 mil domicílios na Grande São Paulo. Os preços cobrados são para veiculação nacional.

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