Governo emite ALERTA GERAL e decreta falência de um dos maiores bancos do país
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Dinheiro (Foto: Reprodução/Internet)
Presidente do banco diz que estiveram entre a cruz e a espada: “Lutamos muito!“
Existem vários bancos no Brasil, tanto nacionais quanto internacionais, que oferecem uma gama de serviços financeiros, desde contas correntes até investimentos e seguros.
A falência de uma instituição financeira ocorre quando a instituição financeira não consegue cumprir com suas obrigações financeiras. Além disso, não tem recursos suficientes para honrar os compromissos com seus depositantes e credores. Essa situação pode ocorrer por vários motivos, como uma gestão financeira inadequada, exposição excessiva a riscos financeiros, crise econômica, entre outros.
Falência de bancos afetam mercado (Foto: Reprodução)
Mas qual banco faliu?
Os bancos suíços possuem uma reputação internacional de estabilidade e confiabilidade, devido à regulamentação rígida do setor financeiro na Suíça e sua tradição de sigilo bancário.
Contudo, o Credit Suisse, que é o segundo maior banco do país, sofreu uma queda significativa em suas ações. Isso por conta de diversos fatores, como a perda de bilhões de dólares, a crise pelo coronavírus e preocupações dos investidores sobre a capacidade da instituição em lidar com a situação.
Banco Credit Suisse entra em colapso (Foto: Reprodução/Internet)
A partir do colapso, o governo suíço interveio na aquisição de emergência do UBS, um grande concorrente, pelo Credit Suisse por US$ 3,2 bilhões. Em março, a ministra de Finanças, Karin Keller-Sutter, declarou que o Credit Suisse estava em risco e poderia colapsar em meio à crise de confiança dos investidores.
O acordo de aquisição de emergência com a ajuda do governo foi uma tentativa de acabar com a falta de confiança no Credit Suisse, que já estava afetando o mercado financeiro global. O presidente do conselho, Colm Kelleher, afirmou que a integração do UBS levaria de três a quatro anos e há um risco significativo envolvido, apesar dos esforços do governo para limitar a exposição.
Com o fim do Credit Suisse, não restaram opções ao banco senão se fundir ao UBS. “Até o fim, lutamos muito para encontrar uma solução. Mas, no final das contas, havia apenas duas opções: acordo ou falência. A fusão tinha que acontecer”, falou o presidente do banco colapsado.