Governo Estadual surpreende ao oficializar nova lei que eleva o salário mínimo a R$2512 e muda a realidade de milhares de trabalhadores

O salário mínimo nacional de 2025 passou para R$ 1.518,00. O novo valor entrou em vigor no dia 1º de janeiro, com um reajuste de 7,5% sobre o piso anterior. Contudo, no Rio de Janeiro, a situação é diferente.

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O estado continua com o piso regional dividido em seis faixas salariais, que variam conforme a função e o nível de qualificação. Mesmo assim, os valores permanecem congelados desde 2019, o que preocupa sindicatos e trabalhadores. As faixas vão de R$ 1.238,11 a R$ 3.158,96 e beneficiam milhares de profissionais fluminenses.

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Novo valor do salário mínimo (Foto: Reprodução/ Internet)

Quem trabalha como auxiliar de escritório, faxineiro ou empregado doméstico, por exemplo, recebe o piso mais baixo. Já enfermeiros, advogados e arquitetos estão entre os que ganham os valores mais altos.

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Contudo, essas diferenças mostram que o estado tenta adaptar os salários à realidade de cada profissão. O problema é que o custo de vida cresceu muito desde a última atualização. A defasagem preocupa categorias que dependem desses valores para sobreviver.

O Rio de Janeiro, por lei, pode fixar pisos maiores que o nacional. Isso faz parte da autonomia estadual prevista na Constituição. A intenção é proteger o trabalhador e equilibrar o mercado de trabalho.

Quais os valores do salário mínimo do Rio de Janeiro?

  • R$ 1.238,11 – auxiliar de escritório, faxineiro, cumim, empregados domésticos, contínuo, guardadores de veículos, lavadores de veículos, trabalhadores agropecuários, trabalhadores de serviços veterinários, trabalhadores florestais, catadores de material reciclável, entre outros não especializados;
  • R$ 1.283,73 – ascensorista, barbeiro, cabeleireiro, carteiro, controladores de pragas, cozinheiros, cuidadores de idosos, esteticistas, garçons, manicuras, lavadeiras e tintureiros, pedreiros, artesãos, pescadores, pintores, tecelões, entre outros;
  • R$ 1.375,01 – agente de trânsito, auxiliar de biblioteca, barman, bombeiro civil, frentista, guia de turismo, joalheiro, marceneiro, mordomos e governantas, ourives, músicos, porteiros, agentes de saúde e endemias, entre outros;
  • R$ 1.665,93 – profissionais técnicos e de nível médio, como nas áreas de contabilidade, farmácia, secretariado e biblioteca;
  • R$ 2.512,59 – motoristas de ambulância, taxistas profissionais, técnicos de telecomunicações, fotógrafo, entre outros técnicos de nível médio inscritos nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, e Técnicos Industriais;
  • R$ 3.158,96 – administradores, advogados, arquivistas, arquitetos, assistentes sociais, bibliotecários, estatísticos, secretários executivos, sociólogos e algumas categorias da saúde, como psicólogo, enfermeiros e farmacêuticos, entre outros.

Por fim, o novo salário mínimo de 2025 representa um avanço modesto, mas necessário. Ele traz um pequeno alívio para milhões de brasileiros. No entanto, o Rio de Janeiro precisa revisar suas faixas para evitar que o poder de compra continue caindo.

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