Grudam por 48 horas: 7 perfumes clássicos que estão voltando em 2026
Perfumes clássicos que marcaram uma geração nos anos 90 voltam aos holofotes em 2026 e despertam a nostalgia de quem viveu a época, além de conquistar novos fãs
Perfumes clássicos que marcaram uma geração nos anos 90 voltam aos holofotes em 2026 e despertam a nostalgia de quem viveu a época, além de conquistar novos fãs
Quem viveu os anos 90 provavelmente guarda na memória muito mais do que músicas, roupas e programas de televisão daquela época. Alguns perfumes também ficaram marcados como verdadeiros símbolos de uma geração e, em 2026, voltam a ganhar espaço entre consumidores que desejam reencontrar fragrâncias conhecidas ou descobrir clássicos que atravessaram décadas.
A chamada onda de nostalgia também chegou ao mercado de perfumaria. A Vogue britânica destacou, em janeiro de 2026, o retorno do interesse por fragrâncias associadas aos anos 90, citando nomes como Angel, Trésor e Classique entre os perfumes que voltam a despertar atenção.
1 – CK One
Em suma, lançado pela Calvin Klein em 1994, o CK One se tornou um dos maiores símbolos da perfumaria dos anos 90. A fragrância chamou atenção principalmente por apresentar uma proposta compartilhável entre homens e mulheres.
O perfume reúne notas cítricas, verdes e aromáticas e ajudou a popularizar uma ideia de fragrância mais fresca e versátil. Em 2026, a marca continua explorando o legado da linha com novos lançamentos.
2 – Angel
Ademais, outro nome que atravessou gerações é o Angel, da Mugler. A fragrância chegou ao mercado em 1992 e ficou conhecida por sua composição marcante e adocicada.
Segundo a Vogue, o perfume ajudou a consolidar a tendência dos chamados perfumes gourmand, com elementos como baunilha, caramelo, chocolate e frutas em sua composição.
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3 – Trésor
O Trésor, da Lancôme, apareceu em 1990 e rapidamente ganhou espaço entre os perfumes femininos mais lembrados daquele período.
A fragrância combina elementos florais e frutados, com presença de rosa, pêssego, baunilha, almíscar e sândalo. Décadas depois, continua sendo lembrada como uma das criações que ajudaram a definir a perfumaria daquela geração.
4 – Classique
Lançado em 1993 pela Jean Paul Gaultier, o Classique também marcou os anos 90. Além do aroma, o frasco em formato de busto ajudou a transformar o produto em um item facilmente reconhecido.
A composição apresenta notas como flor de laranjeira, gengibre e baunilha, criando uma identidade bastante diferente dos perfumes frescos que também ganharam força naquela década.
5 – Eternity
O Eternity, da Calvin Klein, também aparece entre os clássicos que continuam associados à década. A fragrância representa uma fase em que os perfumes florais e sofisticados tinham grande presença no mercado.
Ademais, a própria Vogue colocou o Eternity entre os nomes dos anos 90 que voltam a despertar interesse em 2026.
6 – Pleasures
Por sua vez, o Pleasures, da Estée Lauder, chegou em 1995 e apostou em uma proposta floral mais delicada. Aliás, segundo levantamento da Fragrantica, a composição apresenta notas como lírio-do-vale, peônia e lilás, formando um perfil floral e fresco.
7 – Dolce Vita
Fechando a lista, o Dolce Vita, da Dior, lançado em 1995, também representa a perfumaria marcante daquela época. A fragrância combina madeiras, especiarias, flores e frutas.
E o movimento de resgate dos clássicos não ficou apenas na nostalgia. Em setembro de 2026, a Dior passou a restaurar fragrâncias históricas de seu catálogo por meio do projeto Dioriginals, incluindo o Dolce Vita entre as criações recuperadas.
A nostalgia voltou às penteadeiras
O interesse pelos perfumes dos anos 90 mostra como a memória afetiva pode influenciar novamente o mercado da beleza. Em 2026, marcas e consumidores resgatam fragrâncias que fizeram parte de outras fases da vida e, ao mesmo tempo, apresentam esses clássicos para uma nova geração.
Ademais, mais do que simplesmente voltar ao passado, a tendência transforma perfumes antigos em novas descobertas. Quem viveu aquela época pode sentir o aroma e resgatar imediatamente uma lembrança esquecida. Talvez essa conexão emocional explique parte do sucesso desses clássicos.
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