(Foto: Divulgação)

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A Record News sofreu mudanças drásticas em sua essência jornalística. O canal, como nome, não deixou de existir, mas o projeto inicial de uma emissora essencialmente jornalística, anunciado em seu começo e desfigurado no decorrer dos últimos anos, foi sendo arquivado.

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Para se ter uma ideia, o canal do grupo Record contratou uma agência de publicidade para produzir programas patrocinados e vender horários para eventuais interessados.  A agência, a Rai, já tem um programa na grade da Record News, o “Elas Comandam”, um feminino gravado no cenário de uma cozinha de showroom, onde, em tese, pode-se vender de tudo. Novos programas de culinária, saúde e empreendedorismo foram cogitados.

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Agora, para 2017, a Record reuniu sérios jornalistas para relançar o canal de notícias. De acordo com o jornalista Daniel Castro, esse grupo quer retomar a “vocação” do canal para o jornalismo, recuperando prestígio e verbas publicitárias, mesmo sem grandes investimentos. Os jornalistas que estudam a reestruturação é formado por chefes e diretores de Redação, subordinados ao vice-presidente de jornalismo, Douglas Tavolaro.

A altura cúpula que defende o respectivo projeto entende que, por ser o único canal de notícias na TV Aberta, a Record News não poderia deixar de existir e que é possível se tornar uma grande emissora jornalística, visto que a concorrência só pode ser vista na TV Paga.

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