Nessa matéria, trouxemos um guia com as principais informações da forma correta de garantir quase R$ 8.500 de aposentadoria do INSS
Não precisa ser um especialista no assunto para concluir que o sonho de todo trabalhador brasileiro é conquistar a tão sonhada aposentadoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Inclusive, a maioria quer receber o teto máximo.
Para quem não sabe, o valor acabou sendo ajustado para R$ 8.475,55. Entretanto, para receber o valor máximo não basta apenas estar na ativa, mas tem que cumprir uma combinação rigorosa de histórico contributivo elevado e tempo de serviço.
Desde a Reforma da Previdência de 2019, o cálculo considera 100% de todos os salários de contribuição desde julho de 1994. Se o segurado teve períodos com remunerações baixas ou contribuiu sobre o salário mínimo em algum momento, sua média final será puxada para baixo.
Dessa forma, muitos trabalhadores questionam como garantir o recebimento desse valor máximo no futuro. Primeiramente, o segurado precisa recolher as contribuições mensais exatamente sobre o teto estabelecido pela Previdência ao longo de toda a carreira.
Mas, apenas pagar o valor máximo não garante o benefício integral. Dessa forma, o trabalhador deve manter uma continuidade contributiva rigorosa, evitando interrupções que reduzam a média salarial final no momento do cálculo. Ou seja, precisa de muita atenção.
Por fim, o segurado precisa cumprir todos os requisitos de idade e tempo mínimo exigidos pela legislação atual. Uma dica essencial envolve realizar um planejamento previdenciário detalhado para identificar lacunas no histórico ou contratar uma previdência privada complementar.
De acordo com informações do portal gov.br, as faixas de contribuição ao INSS para trabalhadores empregados, domésticos e avulsos passaram por atualizações no início do ano. Aliás, as novas alíquotas, que variam de 7,5% a 14% de acordo com a faixa salarial, são:
• 7,5% para quem ganha até R$ 1.621,00;
• 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84;
• 12% para quem ganha entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27;
• 14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.
Como funciona o reajuste do teto?
Para quem não sabe, o valor do teto do INSS acaba sendo definido anualmente pelo Governo Federal, por meio de portaria interministerial, com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo IBGE, acumulado no ano anterior.
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