Haddad acaba de emitir comunicado com decreto do Banco Central e crava o que acontecerá com saldo da poupança
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Comunicado do Haddad envolvendo BC afeta poupanças ( Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Tv Foco/Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo)
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expôs em anúncio o que pensa sobre um novo decreto do Banco Central e quem tem poupança precisa saber o que deve acontecer com os valores aplicados agora
Como muitos aqui já sabem, COPOM do Banco Central, decretou ainda em julho deste ano a decisão de manter a Taxa Selic com a redução de 0,25 ponto percentual, passando de 10,75% para 10,50% ao ano. Por mais que isso seja bom para quem depende de linhas de crédito, para quem investe na poupança isso é uma verdadeira bomba.
Isso porque a poupança, como todo investimentos de renda fixa, tem a taxa Selic como principal base para determinar seus rendimentos. Ou seja, com esses cortes nos juros é inevitável que esses mesmos investimentos passem a render menos. Dentre elas estão o Tesouro Selic, título público federal que acompanha a taxa básica de juros.
Da mesma forma, aplicações que seguem a remuneração do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) também rendem menos.
Fora isso, Fernando Haddad, Ministro da Fazenda, acaba de emitir um comunicado a respeito desse decreto que não animou muito os poupadores.
Recado dado
De acordo com o Poder 360, durante uma coletiva de imprensa realizada na última terça-feira (13), ao ser questionado sobre uma fala do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, sobre o tema, ele respondeu: “Nem sempre a melhor resposta é aumentar juros, às vezes, é [melhor] manter no patamar restritivo”.
A fala de Roberto Carlos, cuja qual gerou a resposta do ministro foi a seguinte: “Em relação à possibilidade de subir os juros, ontem, tiveram duas falas de diretores, inclusive diretores apontados por esse governo, dizendo: ‘Olha, nós vamos fazer o que tiver que fazer para a inflação atingir a meta’. E, se tiver de subir os juros, se for necessário, vai ser feito.”
Haddad também afirmou que o BC precisa considerar alguns fatores antes de subir os juros. “A decisão sobre juros impacta os preços em tempo dilatado. Não acontece imediatamente. O Banco Central tem que sopesar muitas variáveis”
A grande questão nisso tudo é que o Ministro acabou cravando (de certa forma) que não há novas projeções para o aumento na Selic para os próximos dias. Ou seja, quem tem dinheiro na poupança irá continuar vislumbrando o mesmo render por baixo …
Um ponto que devemos levar em consideração é que, caso as taxas continuarem a cair ou permaneçam em nível baixo, a debandada sofrida pela poupança, cuja qual vem ocorrendo desde 2021, como podem ver através desse link*, pode piorar ainda mais o cenário desse tipo de investimento.
Opções mais rentáveis
Obviamente que em meio a essas debandadas, esses mesmos “desertores” da poupança estão encontrando alternativas mais rentáveis diante dessa queda nos juros da selic como:
- LCAs (Letra de Crédito do Agronegócio);
- CDBs (Certificado de Depósito Bancário);
- LCIs (Letra de Crédito Imobiliário).
- Os 16% maiores sacadores aportaram o equivalente a 52% do valor que sacaram, cerca de R$ 116 bilhões, em outros ativos financeiros.
- Já os LCAs receberam R$ 34 bilhões, o ingresso em CDBs/Recibo de Depósito Bancário (RDBs) foi de cerca de R$ 37 bilhões e em LCIs de quase R$ 17 bilhões.
Segundo levantamentos do próprio BC, houve mudanças consideráveis na composição da carteira de ativos dos maiores sacadores.
A participação da poupança caiu de 57% em 2021 para 28% em 2022. Já a fatia de fundos cresceu de 24% para 30% e de CDBS, de 10% para 18%.
O crescimento da participação de LCAs foi de 3% para 10 % e a fatia de LCIs duplicou de 3% para 6%.
A análise ainda mostra que o aumento de desembolsos e eventuais investimentos reais ou aplicações em ativos financeiros não observados, como ações e títulos públicos do Tesouro, explicam de forma secundária a forte redução do saldo da poupança em 2022.
Segundo o diretor de Fiscalização do BC, Ailton Aquino, o estudo foi um trabalho de fôlego, mas que ainda merece maior aprofundamento.
Aquino afirmou que a fuga da poupança para aplicações mais rentáveis é uma realidade que deve se acentuar com o aumento da competição no sistema financeiro.
Banco Central (Foto Reprodução/Internet)
Copom reduziu mais uma vez a taxa de juros (Foto Reprodução/Internet)
A Taxa Selic está ligada a conta poupança (Reprodução: Internet)
Quanto rende um CDB com a nova taxa de juros?
Um CDB com retorno de 100% do CDI rende em torno de 10,40% ao ano, considerando a atual Selic a 10,50% ao ano.
MAS ATENÇÃO! Dos rendimentos deve ser deduzido o Imposto de Renda, que é de 17,5% para uma aplicação que fica durante 365 dias (porque a alíquota do IR vai diminuindo quanto mais tempo o dinheiro fica aplicado).
Segundo o portal Remessa Online, na tabela o rendimento do investimento após um ano de aplicação no CDB, considerando a taxa mensal de junho de 2024, 0,83%, os valores ficariam assim:
(ATENÇÃO! ESSES DADOS SÃO APENAS PROJEÇÕES BASEADOS EM TAXA DE JUROS ENTRE OUTROS FATORES QUE PODEM MUDAR FREQUENTEMENTE)
Mais lidas
ver todas- Neto discreto de Roberto Carlos é um dos homens mais lindos
- Globo em luto: Com câncer espalhado no cérebro, âncora do Jornal Hoje morreu logo após diagnóstico fatal
- Lucimara Parisi, braço direito de Faustão, vive assim hoje
- Caiu da janela: Qual atriz morreu 2 dias após finalizar gravações na Globo?
- Henry Borel retorna em carta psicografada com mensagem chocante para mãe: “Ao invés de me proteger”