Coube a Hélter Duarte dar a notícia mais triste da semana no JN: "Encontrado morto"
No Jornal Nacional, Hélter Duarte confirma a notícia mais triste da semana. Fique por dentro de tudo aqui no TV FOCO e saiba mais.
Hélter Duarte no Jornal Nacional (Foto: Reprodução / Globo)
No Jornal Nacional, Hélter Duarte confirma a notícia mais triste da semana
Durante o Jornal Nacional, da Globo, no último sábado, 30, o âncora Hélter Duarte acabou precisando confirmar detalhes sobre a notícia mais triste da semana.
Conforme acbaou sendo confirmado no principal jornalístico do Brasil, a venda de anabolizantes no Brasil cresceu 700% em sete anos e acendeu um alerta após a morte de um famoso influencer.
Diante disso, Hélter então comunicou: “A discussão sobre o uso indiscriminado de anabolizantes no Brasil tomou uma proporção maior depois da morte do fisiculturista Gabriel Gânley, aos 22 anos. Em sete anos, a venda desses medicamentos subiu 700%”, disse.
“O influencer Gabriel Ganley foi encontrado morto e a polícia investiga o caso. O laudo apontou uma doença do coração, que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes. Em diversas entrevistas, ele chegou a admitir o uso desse tipo de substância”, falou o jornalista da Globo.
Par quem não sabe, o jovem era uma figura muito conhecida no cenário fitness nacional, somando mais de 1,5 milhão de seguidores em suas redes sociais. Ele fazia parte da equipe de atletas da Integral Médica, uma das maiores empresas de suplementação esportiva do Brasil, e era visto como um jovem promissor no esporte.
De acordo com o atestado de óbito divulgado posteriormente, a causa da morte foi uma cardiomiopatia hipertrófica, uma condição cardíaca caracterizada pelo espessamento das paredes do músculo do coração que provoca morte súbita.
Inicialmente, a polícia também investigou se o quadro de parada cardíaca poderia ter sido agravado por uma grave crise de hipoglicemia provocada pelo uso de substâncias.
Entenda!
No Jornal Nacional ainda foi explicar que, sobre os anabolisantes, oo[ problema reside no uso indiscriminado.
Assim, Bruno Leandro de Souza, conselheiro federal do CFM, explicou: “É pouco porque o grande número de informações e prescrições relacionadas a este problema não está partindo de médicos, está partindo do uso indevido, dos colegas mesmo de academia, de treino, de fisiculturismo. Na medicina, a gente conseguiu, com a resolução do CFM praticamente abolir ou diminuir muito a prescrição por médicos relacionados a este problema em relação a estas drogas”.
Por meio de um comunicado a Anvisa disse que a fiscalização é descentralizada com as vigilâncias estaduais e que monitora anúncios na internet, mas páginas derrubadas voltam ao ar rapidamente em novos endereços.
“Eu acredito que falta denúncia, falta fiscalização e principalmente falta punição, né? Porque a legislação prevê uma sequência de penalidades e essas penalidades são pequenas perto do lucro que esse mercado gera”, falou Clayton Macedo, diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia.
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