Bem antes de Haddad: Canetada histórica garante salário mínimo de R$ 1.640 a milhões de CLTs em 2024
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Entenda dinâmica do salário mínimo (Foto: Agência Brasil)
No primeiro semestre, um estado superou valor decretado pelo Governo Federal, saindo à frente para algumas categorias
Em maio, Tarcísio de Freitas sancionou a lei do atual salário mínimo de São Paulo. O valor difere do piso nacional, voltado para algumas profissões sem sindicatos.
A base ficou 5,8% maior que o valor estabelecido em 2023, que era de R$ 1.550. Desde então, está fixado em R$ 1.640, sendo também 16,1% superior ao mínimo federal.
Segundo o Governo de São Paulo, a definição leva em consideração os custos de vida e as condições de trabalho no estado. O IBGE divulgou que quase 38 milhões de brasileiros estão trabalhando dentro do regime CLT no Brasil.
Já a Síntese de Indicadores Sociais revelou que cerca de 60,1% das famílias vivem com um salário mínimo per capita. Nos últimos 10 anos, o valor de base mudou bastante, mas, somente em 2020, pouco tempo antes da pandemia, passou da faixa de R$ 1.000 por mês. Em 2014, há uma década, era de R$ 724.
De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o valor nacional deve chegar em R$ 1.509 a partir de janeiro de 2025. Porém, além do pagamento dos trabalhadores formais, o valor também é aplicado a outros auxílios associados, como o seguro-desemprego, aposentadorias do INSS e Benefício de Prestação Continuada.
Afinal, quais categorias se enquadram no salário mínimo de SP?
- Trabalhadores domésticos, serventes, de serviços de limpeza, manutenção e correlatos
- Cuidadores de idosos
- Trabalhadores agropecuários e florestais e pescadores
- Trabalhadores e conservação, de serviços de manutenção de áreas verdes e de logradouros públicos
- Auxiliares de serviços gerais de escritório
- Empregados não especializados do comércio, da indústria e de serviços administrativos
- Motoboys
- Garçons
- Carteiros
- Pedreiros, pintores, marceneiros, encanadores, soldadores, vidraceiros, ceramistas e estofadores
- Cabeleireiros, manicures e pedicures
- Dedetizadores
- Costureiros
- Telefonistas e operadores de telemarketing
Conclusão
Além de São Paulo, outros estados também tomam as próprias regras sobre o tema. Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná estão entre eles. O objetivo é incentivar o crescimento dos profissionais das diferentes áreas, além de aumentar a economia local e trazer maior poder de compras.
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