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Humorista está sendo processado por danos morais e materiais

É bem comum os atrasos de alguns cantores, humoristas, entre outros em seus espetáculos, mas desta vez o público não esteva de brincadeira, principalmente par ao lado do humorista Evandro Santo, o Christian Pior do “Pânico na Band”.

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Evandro está sendo processado por danos morais e materiais devido a um atraso em um de seus espetáculos de stand-up comedy que aconteceu no ano passado em Londrina.

Uma mãe e filha levaram o humorista a justiça pedindo uma indenização no valor de R$12 mil. As duas alegam que não foram ressarcidas do valor da entrada (R$ 30,00 cada) e que ainda sofreram desrespeito.

Evandro Santo começou a apresentação três horas depois do que era previsto.

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Segundo o humorista, o atraso só ocorreu por que ele estava realizando uma gravação para o “Pânico”, no Rio de Janeiro.

“Meus contratos de shows têm uma cláusula afirmando que as gravações do ‘Pânico’ são minhas prioridades. Nesse dia, surgiu uma pauta no Rio de Janeiro. Conversei com a direção da rádio Jovem Pan Londrina [a contratante], sugerindo cancelar a apresentação, eles não quiseram. Até alugaram um jatinho para me buscar, mas cheguei atrasado”, explica Evandro.

Evandro ainda afirma que avisou por meio das redes sociais que iria se atrasar para o seu show: “”Avisei pelas redes sociais que iria me atrasar. Meu assistente [Deivid] tentou animar a plateia enquanto eu não chegava. Algumas pessoas foram embora. Parece que a rádio não devolveu o dinheiro de parte do público. Mas eu cheguei e fiz a apresentação.”

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O humorista não concorda com o processo e diz que a ação faz parte de uma tentativa de extorsão.

“É o terceiro processo por causa do show. Fiz dois acordos, a rádio não me defendeu. Paguei R$ 2.500 e R$ 2.000 a duas pessoas. A segunda era uma mulher que se disse grávida e que estava a três dias do parto antes da apresentação. Depois de mais de um ano, essas pessoas se sentem prejudicadas? Seria isso uma formação de quadrilha? Um esquema armado? Isso tem me tirado o sono. Tenho ficado estressado, tomado remédio para dormir. Estou me sentindo extorquido. Estou investigando essas pessoas, parece que uma delas é professor de direito”, disparou Evandro.

Foi marcada uma audiência de conciliação para o dia 9 de novembro em Londrina.

Luis Alberto Miranda, advogado da mãe e filha autoras do último processo, disse que o prazo de prescrição da causa é de três anos e que é legítimo suas clientes procurarem a Justiça, ele afirmou ainda que o processo está correndo em segredo de Justiça e que não iria dar mais detalhes.