Encontrada morta, humorista da A Praça é Nossa fumava 3 maços de cigarro por dia
Encontrada morta em seu apartamento, a humorista de A Praça É Nossa chamou atenção após vir à tona um hábito mantido durante anos
Encontrada morta, humorista da Praça é Nossa fumava 3 maços de cigarro por dia (Foto Reprodução/Montagem/TV Foco/Canva/Paola)
Encontrada morta em seu apartamento, a humorista de A Praça É Nossa chamou atenção após vir à tona um hábito mantido durante anos
A morte de Zilda Cardoso, intérprete da inesquecível Dona Catifunda, voltou a despertar curiosidade entre admiradores da artista por um detalhe revelado após sua partida.
Conhecida por décadas de atuação no humor brasileiro, a veterana foi encontrada sem vida aos 83 anos em sua residência, na capital paulista. Na época, uma informação sobre sua rotina chamou atenção das autoridades e do público.
Diarista encontrou a artista desacordada dentro de casa
O caso aconteceu em dezembro de 2019, quando a funcionária responsável pelos serviços domésticos estranhou a ausência de contato com a atriz.
Segundo informações divulgadas pela CARAS, a diarista decidiu ir até o apartamento da humorista, localizado no bairro de Santa Cecília, em São Paulo. Ao chegar ao imóvel, encontrou Zilda caída e acionou ajuda imediatamente.
Investigação apontou morte por causas naturais
Após o acionamento do Corpo de Bombeiros, a morte foi confirmada ainda no local.
Conforme informações da UOL, a polícia classificou o falecimento como decorrente de causas naturais. Ainda segundo a publicação, não havia registros de problemas graves de saúde conhecidos pelos investigadores naquele momento.
Hábito envolvendo cigarro chamou atenção
Um detalhe revelado durante a apuração acabou repercutindo após a morte da artista.
De acordo com um investigador ouvido pela UOL, Zilda Cardoso fumava cerca de três maços de cigarro por dia, hábito que mantinha há anos. A informação chamou atenção pela quantidade consumida diariamente pela humorista.
Atriz mantinha rotina simples no bairro onde morava
Mesmo após décadas de sucesso na televisão, Zilda levava uma vida discreta e era bastante conhecida na região onde residia.
Segundo a CARAS, a humorista costumava frequentar estabelecimentos próximos de sua casa e mantinha uma rotina marcada por encontros com amigas em uma churrascaria da região. Comerciantes e moradores relatavam grande carinho pela artista.
Dona Catifunda marcou gerações na televisão
Nascida em São Paulo, em 1936, Zilda Cardoso construiu uma carreira sólida no entretenimento nacional.
Ao longo dos anos, participou de programas como O Riso é o Limite, A Praça da Alegria, Praça Brasil e A Praça É Nossa, mas foi através da personagem Dona Catifunda que alcançou reconhecimento nacional e se tornou uma das figuras mais populares do humor brasileiro.
Carreira também incluiu novelas, séries e cinema
Além dos programas humorísticos, a atriz acumulou trabalhos em diferentes formatos da televisão.
Durante sua trajetória, esteve em produções como Meu Bem, Meu Mal, Delegacia de Mulheres, Você Decide e especiais de Os Trapalhões. No cinema, também participou de diversos filmes ao longo da carreira.
Qual foi a causa da morte de Zilda Cardoso?
Segundo informações divulgadas pela UOL e repercutidas pela CARAS, a morte de Zilda Cardoso foi considerada natural pelas autoridades responsáveis pelo caso.
A humorista foi encontrada desacordada em seu apartamento, em São Paulo, após a diarista estranhar a falta de contato. O falecimento foi confirmado pelos socorristas, e a artista deixou um legado marcante na televisão brasileira por meio da personagem Dona Catifunda, um dos maiores símbolos de A Praça É Nossa.
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