Idosa careca: Vigilância dá alerta alarmante de produto popular em cabeleireiros

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

10/09/2024 às 18:54 · Tempo de leitura: 4 minutos

Cabeleireiro e cabelo caindo (Reprodução - Internet)

Em julho desse ano, a Vigilância sanitária entregou um alerta alarmante para quem costuma ir ao cabeleireiro usar um tipo de produto que pode causar sérios danos a saúde.

Segundo a Agência de Minas, uma senhora chamada Sirléia Drumond, de 71 anos, viveu um pesadelo ao tentar mudar o visual em cabeleireira indicada por amigas:

“Quando a cabeleireira começou a me atender, questionei qual era o produto que ela estava passando no meu cabelo. Ela falou que era um hidratante, mas foi um creme para alisar. E por cima desse alisante, ela veio com o formol e tudo mais já misturado para fazer a escova progressiva. O resultado é que saí do salão com muita dor de cabeça e ardência no couro cabeludo. E no dia seguinte, quando fui pentear o cabelo, ele caiu todo” relata após o início da investigação da Vigilância.

“Fiquei por um bom tempo usando lenço na cabeça, tampei todos os espelhos da casa e não tinha coragem de sair na rua”, conta ela, que, a partir de então, sempre pede para ver a embalagem do produto que está sendo utilizado. 

“A gente tem que ter muito cuidado e verificar o rótulo. Mas descobri que as pessoas pegam embalagens de bons produtos e colocam fórmulas caseiras, que fizeram no fundo do quintal, então é muito importante pesquisar bastante sobre o salão antes de fazer qualquer procedimento”, aconselha.

Para solucionar esse problema, a Vigilância Sanitária de Minas Gerais passou a trabalhar de forma firma nos salões de beleza e nos estabelecimentos de cabeleireiros.

A coordenadora de Cosméticos e Saneantes da SES-MG, Renata Stehling, explica que as fiscalizações têm o objetivo de verificar, além das condições do estabelecimento, se os produtos utilizados e comercializados naquele lugar estão regularizados e aptos ao consumo.

“São analisados os rótulos dos produtos e verificada a regularidade da empresa fabricante e do registro ou notificação do produto pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”, explica.

As regras específicas a serem cumpridas, incluem a apresentação de dados nos rótulos, como a indicação do modo correto de uso do produto e as advertências e restrições, além do prazo de validade.

O QUE FAZ A ANVISA?

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável por proteger a saúde da população, por meio do controle e fiscalização de produtos, serviços, ambientes e processos de trabalho

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