Informe do INSS confirma que aposentados adotam atitude proibida enquanto tentam evitar perdas graves

O INSS e o Ministério da Gestão colocaram a nova procuração eletrônica no centro das atenções ao liberar a ferramenta no Meu INSS e no GOVBR. Contudo, essa mudança mexe com a rotina de milhões de segurados porque ela substitui a antiga dependência da senha compartilhada e da papelada presencial.

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Porém, o governo afirma que essa novidade cria uma camada maior de proteção e também reduz a chance de alguém acessar dados sem autorização clara.

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INSS – Foto: Internet

As equipes dos dois órgãos afirmam que o lançamento busca facilitar a vida de quem precisa de ajuda para mexer no Meu INSS. A pessoa escolhe quem vai representá-la e define exatamente o que essa pessoa pode acessar. O sistema registra tudo e mantém a validade da procuração dentro do período escolhido pelo titular.

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Esse controle direto reforça a segurança e devolve a sensação de autonomia ao segurado, que antes recorria a documentos físicos e longas filas. Com isso, em seu comunicado o INSS deixa bem claro que “Nunca compartilhe suas senhas do GOV.BR ou Meu INSS”.

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Como funciona essa nova ferramenta do GOV e INSS?

O funcionamento é simples e exige que o usuário entre no Meu INSS com a própria conta GOV.BR nos níveis Prata ou Ouro. O governo explica que essa restrição existe para garantir que só pessoas realmente verificadas criem ou recebam procurações.

Além disso, a conta Prata aceita reconhecimento facial ou validação por banco enquanto a conta Ouro exige reconhecimento facial da Justiça Eleitoral ou certificado digital. Tudo isso tenta impedir que terceiros criem autorizações sem consentimento.

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Contudo, a pessoa que cria a procuração define quais serviços estarão liberados. O sistema por enquanto permite duas permissões principais. A primeira libera a consulta a documentos e serviços dentro da plataforma. A segunda libera a visualização de pedidos e benefícios já protocolados. Nada, além disso fica acessível sem autorização do titular e isso dá mais clareza sobre os limites da representação.

Porém, a qualquer momento o segurado pode cancelar a procuração. Ele entra novamente na conta GOV.BR e revoga a autorização com poucos cliques. Essa revogação imediata torna o processo mais seguro porque evita situações em que o procurador mantém acesso por tempo demais. Isso antes exigia visitas presenciais ou novos documentos. Agora tudo funciona de forma digital.

Por fim, essa inovação também reduz a burocracia que antes dominava as procurações tradicionais. A pessoa precisava reconhecer firma, criar documento físico e ainda apresentar tudo em uma agência. O processo agora se tornou rápido e direto porque o segurado cria tudo pelo celular e controla o acesso com clareza. Isso reduz filas, custos e desgastes diários.

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