Lembra dela? Ingra Lyberato, de O Clone, longe da TV há anos, ressurge magríssima e com aparência chocante

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

11/08/2022 às 18:11 · Tempo de leitura: 3 minutos

Lembra dela? Ingra Lyberato, de O Clone, longe da TV há anos, ressurge magríssima e com aparência chocante (Foto: Reprodução)

Ingra Lyberato  surge bem diferente, após anos longe da televisão

A atriz Ingra Lyberato, famosa por atuar na novela O Clone, que fez um sucesso estrondoso, não só no Brasil, mas em outros país,  fez uma raríssima aparição como convidada em uma premiação no Rio de Janeiro.

Ingra foi um dos desatques do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que revelou quais artistas foram premiados em uma celebração cheia de celebridades. A bela surgiu magérrima ao posar com um look de gala.

Vale lembrar que além de O Clone, Ingra Lyberato, também atuou na primeira versão de Pantanal, da TV Manchete. Na Globo, ela não voltou a atuar após o fazer uma personagem em O Clone, em 2012.

Aliás, Ingra comentou sobre o sucesso de Pantanal, em uma entrevista a revista Contigo: “Nas primeiras semanas eu fui inundada de emoção e encantamento por reviver a força dessa história através de outros colegas que também estão tendo a possibilidade de se deixar transformar por um lugar e personagens tão inspiradores”, revelou ela.

Ingra Lyberato  surge bem diferente, após anos longe da televisão (Foto: Reprodução)

Relembre os papeis da atriz

Vale a pena relembrar os papeis de destaque de Ingra Lyberato na televisão. A atriz viveu a Madeleine quando jovem em Pantanal, de Benedito Ruy Barbosa, e ao lado de Almir Sater protagonizou A História de Ana Raio e Zé Trovão, de Marcos Caruso e Rita Buzzar.

Ingra Lyberato participou ainda de Quatro por Quatro (1994/95), A Indomada (1997) e Louca Paixão (1999), num bom momento como a presidiária Soninha 38.

Além disso, a atriz lançou em 2016 o livro O Medo do Sucesso (L & PM), obra de sua autoria, no qual fala de algo que acabou por afastá-la dos estúdios por vários anos: o medo que dá nome à obra.

Vale lembrar que mesmo tendo feitos outros folhetins, foi em O Clone, que sua personagem fez mais sucesso, caindo nas graças do público noveleiro.

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