"Decretado": INSS acaba de fazer anúncio e confirma antecipação de benefício à lista de aposentados em 2024

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

17/01/2024 às 07:00 · Tempo de leitura: 3 minutos

INSS confirma antecipação à lista de aposentados em 2024 (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Tv Foco)

INSS antecipa valor à lista de segurados em determinadas cidades brasileiras

E o INSS (Instituto do Seguro Social) acaba de anunciar uma antecipação de valores à lista de aposentados e pensionistas assistidos por benefícios concedidos pela autarquia.

Esses brasileiros em questão são os residentes dos municípios fluminenses que decretarem estado de calamidade pública por conta dos estragos deixados pelas fortes chuvas poderão ter antecipação de benefícios da Previdência Social.

Liberação confirmada

Em entrevista concedida pelo presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, ao CNN, foi confirmada que essa liberação de antecipação de pagamento para residentes de cidades castigadas por enchentes e alagamentos ocorre de maneira automática.
Porém, para isso, as prefeituras das regiões atingidas precisam decretar de forma oficial o estado de calamidade:
“O INSS já faz isso quase de forma automática. Ou seja, foi decretado estado de calamidade? A gente adianta o benefício”
De acordo com o presidente do INSS, após a decretação do estado de calamidade pelo município, além da antecipação do benefício do mês corrente, conforme ocorreu no Sul do país em setembro de 2023, o pagamento de um benefício extra é feito aos segurados.

Esse pagamento tem como objetivo auxilia-los no enfrentamento do momento tão difícil em que se encontram.
Vale ressaltar que, até o momento, nenhuma das cidades fluminenses castigadas pelas fortes chuvas do último fim de semana lançaram mão de decreto para adotar o estado de calamidade pública.
A situação no município do Rio de Janeiro, por exemplo, é de emergência.

Qual outra medida o INSS pensa em tomar para atender moradores de áreas castigadas?

Stefanutto explicou ainda, na mesma entrevista que está em estudo a criação de um orçamento extra para que o INSS possa atender segurados em cidades impactadas por aspectos provocados pelas mudanças climáticas.
A ideia é ter uma reserva por conta das situações climáticas que têm sido cada vez mais constantes.
Para isso o INSS atuaria de maneira articulada com a Defesa Civil:
“Teremos que obviamente prever isso para o orçamento, para ter um extra. Hoje, perto do que a gente gasta (com essas situações) num cenário geral, são quase R$ 900 milhões, é muito pouco dinheiro. No caixa da Previdência, isso não corresponde a uma porcentagem muito grande”

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