INSS divulgou o que idosos precisam fazer até 20/3 para não perderem extra e garantir o ressarcimento de descontos indevidos

Agora, o INSS colocou um prazo no radar: até 20 de março de 2026, idosos aposentados e pensionistas precisam contestar descontos associativos não autorizados para não correrem o risco de ficar sem o extra do ressarcimento corrigido. Em seguida, quem faz a contestação cumpre a etapa obrigatória que libera a adesão ao acordo e, com isso, acelera o retorno do dinheiro na conta do benefício, de acordo com o INSS.

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Além disso, o órgão orienta que o segurado confira se houve desconto e informe se autorizou ou não o débito. Logo depois, dá para resolver pelos canais oficiais: Meu INSS, Central 135 e agências dos Correios, conforme o INSS.

Prazo final em 20/3 e por que a contestação é indispensável

Primeiro, a contestação funciona como a “chave” do processo. Em outras palavras, ela comprova que o beneficiário não reconhece o desconto e pede a análise do caso. Depois disso, o sistema abre o caminho para o acordo de ressarcimento, segundo o INSS.

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Ainda assim, quem deixar passar o prazo não precisa entrar em pânico. Em seguida, o órgão informa que a adesão ao acordo continua disponível para quem tiver direito. Mesmo assim, o recomendado é não empurrar para a última semana.

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Como conferir os descontos e contestar sem sair de casa

Agora, o passo a passo é simples e direto. Primeiro, o segurado consulta se há descontos associativos no benefício. Depois, ele confirma se autorizou ou não.

Em seguida, as opções oficiais para fazer a contestação são:

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  • Aplicativo Meu INSS
  • Central 135
  • Agências dos Correios

Além disso, o INSS reforça que a contestação precisa ser registrada até 20 de março de 2026 para garantir o andamento dentro do cronograma.

Quanto já foi devolvido e quantas pessoas receberam?

Enquanto isso, os números mostram o tamanho da operação. Até agora, 6,3 milhões de pessoas contestaram as cobranças. Em seguida, 4.340.240 já aderiram ao acordo e receberam os valores, de acordo com o INSS.

Além disso, o montante já restituído chegou a R$ 2.941.856.151,80, valor que aparece arredondado como R$ 2,94 bilhões no material divulgado pelo órgão. Ao mesmo tempo, 799.186 beneficiários seguem aptos a aderir ao ressarcimento administrativo, mas ainda não finalizaram a adesão, conforme o INSS.

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Por fim, depois que o segurado aceita o acordo, o dinheiro cai na conta do benefício em até três dias úteis, segundo o INSS.

Valores por estado e o destaque de SP no ressarcimento

Agora, os dados por estado chamam atenção. De acordo com o INSS, São Paulo concentra o maior volume: 732.256 pagamentos, somando R$ 532,42 milhões.

Em seguida, outros estados também aparecem com números altos:

  • Minas Gerais: 450.986 e R$ 298,94 milhões
  • Bahia: 421.757 e R$ 275,98 milhões
  • Rio de Janeiro: 303.045 e R$ 211,60 milhões
  • Ceará: 284.534 e R$ 187,30 milhões

Além disso, o total informado no quadro do órgão aponta 4.317.647 ressarcimentos, com R$ 2,94 bilhões devolvidos.

Quem tem direito ao acordo e em quais situações o INSS libera a adesão?

Agora, nem todo mundo entra no acordo automaticamente. De acordo com o INSS, podem aderir ao ressarcimento:

  • Beneficiários que contestaram e não receberam resposta da entidade em até 15 dias úteis
  • Quem recebeu resposta considerada irregular, como assinaturas falsificadas ou áudio no lugar de comprovante válido
  • Quem sofreu descontos entre março de 2020 e março de 2025
  • Quem tem processo na Justiça e ainda não recebeu. Nesse caso, precisa desistir da ação para aderir ao acordo administrativo, conforme o INSS

Como aderir ao acordo no Meu INSS e o que a Central 135 não faz?

Primeiro, o processo começa com a contestação. Depois, o segurado aguarda a resposta da entidade por até 15 dias úteis. Em seguida, se a entidade não responder, o sistema libera a adesão automaticamente, de acordo com o INSS.

Agora, no Meu INSS, o caminho é este:

  • Acesse com CPF e senha
  • Entre em “Consultar Pedidos” e clique em “Cumprir Exigência”
  • Role até o último comentário, marque “Sim” em “Aceito receber” e envie

Além disso, o órgão deixa claro: não dá para aderir ao acordo pela Central 135, conforme o INSS.

Ressarcimento automático para alguns grupos e atendimento específico

Agora, existe um detalhe importante. De acordo com o INSS, indígenas, quilombolas e idosos com 80 anos ou mais recebem o ressarcimento automaticamente na folha de pagamento, sem precisar aderir ao acordo.

Além disso, a população ribeirinha conta com atendimento das unidades do PrevBarco, conforme o INSS.

Como evitar golpes e confirmar se tem direito ao ressarcimento?

Por fim, o INSS faz um alerta para cortar fraudes. O órgão não envia links, não pede dados por SMS e não cobra taxa para liberar valores. Então, a orientação é usar apenas os canais oficiais: Meu INSS, site gov.br/inss, Central 135 e agências dos Correios, de acordo com o INSS.