Informe exibido no Jornal da Globo esclarece se o INSS vai pagar o 14º salário e o que aposentados precisam saber agora
Nos últimos anos, muitos idosos ficaram na expectativa se o INSS ia mesmo pagar um 14° salário. Esse assunto rodou por todo o país e muitas pessoas esperam até hoje uma resposta. Aliás, um Jornal da Globo fez um comunicado importante e deve ser lido hoje (20) por todos.
Atualmente, o que existe de concreto é o pagamento do 13° salário do INSS, que faz parte do planejamento de milhões de aposentados e pensionistas. Já o 14° salário segue sendo apenas um tema que volta e meia reaparece na internet, mas sem qualquer confirmação oficial.
13° salário do INSS
O 13° salário é um direito de todos os aposentados e pensionistas. Aliás, nos últimos anos, o INSS passou a pagar esse valor antes do fim do ano. Em 2025, o dinheiro foi dividido em duas partes. A primeira parcela caiu na conta entre 24 de abril e 8 de maio. A segunda foi paga entre 26 de maio e 6 de junho.
Quem começou a receber o benefício a partir de junho de 2025 recebeu o 13° em uma parcela só, paga entre o fim de novembro e o começo de dezembro. Depois disso, não há mais nenhum valor extra previsto.
14° salário
Em resumo, ainda não existe 14º salário do INSS aprovado. De acordo com um informa divulgado pelo portal Extra, da Globo, o que existe é apenas uma proposta antiga no Congresso Nacional, criada em 2020. Esse projeto está parado e não tem previsão de votação. Isso significa que não há data, nem garantia de pagamento.
Por isso, qualquer notícia dizendo que idosos vão receber um 14° salário agora é falsa. Aliás, é de grande importância que todos fiquem atentos quando verem alguma notícias sobre esse suposto pagamento. Se e quando for aprovado, o INSS divulgará de forma oficial.
Afinal, qual será o valor do piso do INSS em 2026?
De acordo com o Ministério do Planejamento e Orçamento, o piso do INSS em 2026 será de R$ 1.621. Aliás, em 2025, o valor mínimo é de R$ 1.518, e o reajuste previsto é de R$ 103, o que representa um aumento de 6,79%, acompanhando o salário mínimo nacional.
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