Intoxicação e morte: A cerveja amada, rival da Heineken, proibida pela ANVISA e situação HOJE (17)
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Rival da Heineken foi proibida pela ANVISA. Foto: Reprodução/Internet
Cerveja muito amada pelos brasileiros, e maior rival da Heineken, acabou sendo PROIBIDA pela ANVISA após casos de intoxicação
A proibição da ANVISA em relação a uma cerveja popular, que é uma concorrente da Heineken, por questões de intoxicação e riscos à saúde, gerou uma grande repercussão e preocupação.
A cerveja, amplamente apreciada pelos consumidores, enfrenta um momento crítico, com sua comercialização suspensa devido a potenciais problemas relacionados à saúde dos consumidores.
RISCO
Uma reviravolta na saga das cervejas Backer, famosa rival da Heineken, trouxe novos desenvolvimentos que abalaram o cenário cervejeiro e preocuparam os consumidores.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, em janeiro de 2020, a proibição cautelar das cervejas da marca Backer, também conhecida como Cervejaria Três Lobos Ltda., cuja data de validade era igual ou posterior a agosto de 2020.
De acordo com a própria Vigilância Sanitária, a decisão veio em resposta a análises realizadas pelo Ministério da Agricultura, que comprovaram a contaminação de 21 lotes de oito marcas diferentes de cervejas da Backer com as substâncias monoetilenoglicol e dietilenoglicol. Essas substâncias são tóxicas e não podem estar presentes em alimentos ou bebidas, devido ao risco que representam à saúde humana.
A presença de dietilenoglicol na cerveja Backer já havia sido associada a casos de óbitos e intoxicações em Minas Gerais. O monoetilenoglicol, apesar de ser menos tóxico, também é proibido em bebidas devido à sua ausência na composição normal desses produtos.
Ainda segundo a Vigilância Sanitária, os resultados das análises sugerem que a fonte de contaminação nas cervejas da Backer pode ser sistêmica, o que significa que não está restrita a lotes específicos, mas pode se estender a outros produtos fabricados no mesmo período.
Marca de cerveja Backer (Foto: Reprodução, Site da Backer)
Como está a situação da Backer hoje?
Vale ressaltar que, de acordo com informações do G1, a Backer havia sido liberada para retomar a produção de suas cervejas em abril de 2022. A empresa informou que estava operando normalmente e atendendo às normas da Anvisa para garantir a qualidade de seus produtos.
No entanto, um mês após o anúncio da retomada da produção, o Ministério da Justiça aplicou uma multa de quase R$ 12 milhões à cervejaria mineira devido à contaminação de lotes que causaram óbitos e sequelas em consumidores, no final de 2019.
Essa reviravolta na história da Backer representa um desafio significativo para a marca e destaca a importância da vigilância rigorosa das autoridades para garantir a segurança alimentar e a proteção dos consumidores. O caso da cervejaria Backer reforça a necessidade de controles eficazes e rigorosos na indústria de alimentos e bebidas, visando proteger a saúde pública.
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A cervejaria Backer retornou as atividades em 2022 (Reprodução: Internet)
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