Falido? Irmão de Suzane Von Richthofen zera herança e vive nesta situação hoje

Herança maldita? Entenda por que Andreas von Richthofen está perdendo imóveis e abandonou até o túmulo dos pais.
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Veja o que aconteceu com o irmão de Suzane Von Richthofen (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/Canva/GMN/ Imagens televisionadas pelo SBT/YouTube)

Veja o que aconteceu com o irmão de Suzane Von Richthofen (Foto: Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/Canva/GMN/ Imagens televisionadas pelo SBT/YouTube)

Herança maldita? Entenda por que Andreas von Richthofen está perdendo imóveis e abandonou até o túmulo dos pais

A trajetória de Andreas von Richthofen, único herdeiro do casal Manfred e Marísia após a condenação de sua irmã, Suzane, tomou contornos dramáticos nos últimos anos.

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Segundo o jornalista e biógrafo Ulisses Campbell, autor das obras que inspiraram a série Tremembé, da Prime Vídeo, o que antes era um patrimônio sólido transformou-se num símbolo de abandono e dívidas acumuladas.

Mas será que ele faliu de vez? …

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Conforme informações do jornalista e ponderamentos da advogada Dra. Siglia Azevedo, ao Gazeta da Semana, trazemos abaixo os pontos cruciais que explicam como a herança passou de uma vitória judicial para um fardo financeiro e emocional.

Uma retaliação natural

Em entrevista a um podcast doYouTube, compartilhado pelo Canal Rota da Fofoca, Ullisses revela que a luta de Andreas para obter o controlo total dos bens dos pais não foi motivada por ambição financeira, mas sim por uma estratégia deliberada de isolamento e punição.

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Ao assumir o espólio, Andreas garantiu que Suzane fosse declarada judicialmente indigna, impedindo que ela tivesse acesso a qualquer recurso proveniente do crime que cometeu.

Esta vitória no tribunal foi, na prática, a última barreira de proteção que Andreas ergueu contra a irmã, com quem travou uma árdua batalha jurídica durante anos.

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No entanto, o preço dessa proteção foi a responsabilidade por propriedades que carregam o peso de uma memória traumática.

Derrocada financeira

Atualmente, o vasto patrimônio imobiliário deixado pelos Richthofen está a desintegrar-se.

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Ainda de acordo com Ulisses Campbell, Andreas parou sistematicamente de pagar oIPTU de diversas propriedades fundamentais.

Entre os imóveis em risco de perda definitiva para a prefeitura estão a casa que servia como consultório médico da sua mãe e uma residência anterior da família, ocupada antes da mudança para a mansão do Campo Belo.

De acordo com a Dra. Siglia Azevedo, o processo de perda destes bens segue um padrão administrativo implacável:

O valor arrecadado é utilizado para quitar os débitos fiscais e o restante é depositado para o proprietário.

No entanto, a negligência de Andreas indica que ele já não tem interesse em preservar esses ativos ou em intervir no processo.

Nem mesmo o cemitério

Talvez o ponto mais melancólico das revelações de Campbell seja o abandono das taxas de manutenção do cemitério onde Manfred e Marísia estão enterrados.

Andreas, que inicialmente mantinha estes compromissos em dia, cessou os pagamentos.

Este gesto é interpretado como um sinal de esgotamento total ou de um colapso psicológico que o impede de lidar com qualquer aspecto ligado ao passado familiar.

Ou seja, a herança, que deveria ser o seu suporte, tornou-se o seu carrasco financeiro, transformando casas em ruínas e memórias em dívidas judiciais.

Onde Andreas Von Richthofen vive?

Longe dos holofotes e da vida urbana de São Paulo, Andreas vive confinado atualmente em um sítio de difícil acesso em São Roque, no interior paulista.

Sua rotina é marcada pela ausência quase total de tecnologia: ele não utiliza celular nem possui conexão com a internet.

Este isolamento se aprofundou drasticamente após a pandemia de COVID-19.

Período em que ele se distanciou até mesmo dos poucos amigos e familiares que ainda mantinham contato.

Inclusive, a última vez que o herdeiro foi visto publicamente de forma marcante foi em 2017, ao ser detido por invadir uma residência.

O que culminou em uma internação para tratamento contra o vício em álcool e drogas.

Ou seja, todos esses fatos revelam que as cicatrizes emocionais causadas pelo crime da irmã em 2002 nunca cicatrizaram totalmente.

Mas, se quiser saber mais sobre os criminosos de Tremembé e as histórias que os cercam, clique aqui*.

Autor(a):

Jornalista com formação em Moda pela Universidade Anhembi Morumbi e experiência em reportagens sobre economia e programas sociais. Com olhar atento e escrita precisa, atua na produção de conteúdo informativo sobre os principais acontecimentos do cenário econômico e os impactos de benefícios governamentais na vida dos brasileiros. Apaixonada por dramaturgia e bastidores da televisão, Lennita acompanha de perto as movimentações nas principais emissoras do país, além de grandes produções latino-americanas e internacionais. A arte, em suas múltiplas expressões, sempre foi sua principal fonte de inspiração e motivação profissional.

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