Itaú, Bradesco, Santander e outras instituições estão prontos para eliminar as dívidas de milhões de brasileiros

Vários bancos brasileiros acabam de aderir a um programa que promete ajudar brasileiros que lidam com a inadimplência e pretendem eliminar dívidas. Além da Caixa, o Banco do Brasil, o Itaú, Bradesco e Santander fazem parte do Desenrola Brasil.

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O programa facilitará o pagamento de dívidas de clientes com os bancos. São cerca de 70 milhões de brasileiros que devem e os acordos que podem somar R$ 100 bilhões aos cofres das instituições.

O Desenrola Brasil contará com duas faixas de pagamento. A primeira é para uma lista de inadimplentes a partir de 1º de janeiro de 2019, já a segunda é para quem permaneceu nela em 31 de dezembro de 2022.

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A renegociação da dívida será de até R$ 5.000 e a pessoa deve receber até dois salários mínimos (R$ 2.640) ou estar inscrita no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal).

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De acordo com a Folha de S. Paulo, o pagamento pode ser à vista ou parcelado em até 60 meses, sendo que o valor da parcela deve ultrapassar R$ 50, com taxa de juros de no máximo 1,99% por mês.

Itaú é um dos principais bancos no Brasil (Reprodução: Internet)

Itaú ajudará clientes com dívidas (Foto: Reprodução/Internet)

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MUITAS NOVIDADES

O ministério da Fazenda afirma que o índice pode ser reduzido por bancos ou outras instituições financeiras. A quitação do valor será feita por Pix, boleto ou débito e o prazo de carência será de 30 a 59 dias.

Além dos já citados Caixa, BB, Itaú, Bradesco e Santander, outros que farão parte do programa são Inter, Pan e C6. Até o momento, os bancos Banrisul e Nubank afirmaram que estudam a participação. O BMG não se pronunciou.

QUAL É O NOVO PROGRAMA PRÓPRIO DA CAIXA?

A Caixa lançou um novo programa próprio de pagamento de dívidas dos clientes. O Tudo em Dia Caixa é uma nova versão do Você no Azul e deve eliminar as dívidas de 4,7 milhões de inadimplentes. Os descontos podem variar de 40% a 90%.

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Novidade sobre a Caixa Econômica Federal (Foto: Leonardo Bosisio/g1)

Novidade sobre a Caixa Econômica Federal (Foto: Leonardo Bosisio/g1)