O nome de Lula está sempre no centro dos holofotes, principalmente em 2026, por se tratar de um ano eleitoral

Janja e Lula, que se conhecem desde a década de 1990, engataram um relacionamento em abril de 2018, quando ele já havia tornado viúvo de Marisa, sua segunda esposa, falecida em fevereiro de 2017.

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Acompanhante fiel do presidente, Janja estabeleceu um escritório no Palácio do Planalto , sede oficial da Presidência da República, em Brasília .

Inclusive, ela participa regularmente, ao lado do marido, em reuniões com chefes de Estado e eventos oficiais, por exemplo.

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Mas ser primeira-dama não faz com que Janja não passe por situações semelhantes que ocorrem com outras brasileiras.

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JANJA ASSUME O QUE SOFREU AO LADO DE LULA?

Em entrevista concedida ao programa Sem Censura, da TV Brasil na última terça (03), Janja fez uma revelação chocante.

De acordo com a própria, ela foi vítima de assédio em duas ocasiões durante o mandato do marido. Desse modo, a primeira-dama comentou sobre os episódios.

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Vale destacar que o Sem Censura exibiu um programa especial dedicado ao combate à violência doméstica e ao feminicídio.

De acordo com Janja, mesmo com proteção de seguranças e visibilidade pública, a mesma enfrentou situações corriqueiras de muitas mulheres.

“Eu fui assediada nesse período duas vezes. Eu sendo primeira-dama, estando nos lugares que me acho segura, e mesmo assim fui assediada”, disparou logo de início.

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Lula e Janja (Foto: Reprodução / Instagram)

ASSEDIADA?

Sem detalhar os casos e as consequências, Janja pontuou a vulnerabilidade das mulheres em diferentes contextos, deixando claro que trata-se de uma situação delicada.

“Se eu, como primeira-dama, que tenho toda uma equipe em torno, um olhar, câmeras e cuidados [fui assediada], imagina uma mulher no ponto de ônibus às 22h? A gente não tem segurança em lugar nenhum”, lamentou Janja.

Desse modo, o Governo Lula lança o Pacto dos Três Poderes contra o Feminicídio. O programa prevê a atuação coordenada e ininterrupta dos Três Poderes para prevenir a violência contra meninas e mulheres.

Afinal, o relato de Janja deixa claro que o assédio não escolhe função, não respeita autoridade e não distingue visibilidade pública.

Dessa forma, o Governo reconhece que o problema é estrutural e requer ações integradas das autoridades para que o combate ao Feminicídio seja eficaz.

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Janja no Sem Censura (Foto: Reprodução / TV Brasil)

“Desse modo, veja matéria completa sobre amigo pessoal, Leonardo lava alma ao expor o que pensa de Zezé após guerra por Lula e SBT”.